sexta-feira, 30 de agosto de 2013

trecho

- a pessoa quer me encontrar no meu tempo livre na piscina ...- tem ideia de quem possa ser ? – perguntei, então ela assentiu com a cabeça
- quem ? – perguntei ansiosa
- não ta na cara ? – perguntou ela fazendo uma cara irônica
- Carlos ? – perguntei e ela assentiu
- to com medo de que seja outra pessoa – disse
- quem poderia ser ? – perguntou ela
- sei la, o bruno talvez – disse abaixando o meu tom de voz
- não, ele não é – disse ela com toda certeza
- como sabe ? – perguntei
- pq eu conheço os dois, e o Bruno não é do tipo que manda bilhetinhos não, isso é mais a Cara do Carlos mesmo – disse ela, então as meninas chegaram.
- tão falando sobre o que ? – perguntou a Lari toda animada, e curiosa
- nada não – menti
- ok, se não quer falar vou respeitar – disse ela
- obrigada – disse a olhando, então ela sorriu
- e ai, está gostando daqui ? - perguntou

- to sim – disse sorrindo, então o sinal tocou, a Gi foi para o banheiro com as meninas, e eu fui pegar meu material no armário, quando estava indo pro armário passei pela Rosangela, Amanda e Heloisa, todas juntas, a Amanda e a Rosangela não paravam de rir e a Heloisa estava quieta, quando passei por elas, elas pararam de rir, e me encararam, e a Heloisa olhou para baixo, eu ignorei, peguei meu material e fui para a sala, tive as outras aulas, e por fim acabou ( tempo livre), a Gi tava combinando das meninas ficarem no nosso quarto conversando, elas toparam, então subimos, eu tomei banho, coloquei um shortinho, e uma tomara que caia preta, e um chinelinho preto com bolinhas brancas da melissa.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

cap 14 de Amor imprevisível

- pode falar, não vou dizer nada, apenas quero que me conte como foi tudo, com sinceridade, por favor- disse ela olhando para baixo, então eu comecei a contar, desde o inicio
- por isso que você a empurrou ? – perguntou ela
- é, não teria outro motivo, teria ? – perguntei
- uhuum, a diretora estava em um quiosque atrás do de vocês, então eu achei que você a viu, e então empurrou a Rosangela – disse ela
- nossa, sério que ela estava lá ? – perguntei, então ela balançou a cabeça
- bom, então... – voltamos ? – perguntei
- acho que não, eu preciso de um tempo sabe, eu quero me focar mais nos estudos – disse ela, então eu abaixei a cabeça
- narração de Mari –
- mas eu ainda quero ser sua amiga, tudo entre nós começou tão rápido, e outra, isso não quer dizer que em um outro dia eu não possa voltar a ficar com você – disse
- ou até mesmo namorar – completou ele sorrindo, então eu sorri
- amigos então ? – perguntei, e ele assentiu com a cabeça, terminei meu suco, e coloquei o copo em cima da pia mesmo, e o Carlos continuava  sentado, então eu me sentei ao seu lado.
- o que houve ? – perguntei
- você, eu aceito ser apenas um amigo, mas eu quero algo a mais, e se nós ficarmos sem compromisso ? – assim nenhum se apega ao outro, e nem atrapalha os estudos – disse ele, e eu fiquei pensativa
- vou pensar – disse piscando pra ele
- até sábado – disse ele
- domingo – disse
- pq sábado não ? – perguntou ele
- pq vou sair com a Gi – disse, e ele me olhou com uma cara de ciúmes, que eu segurei para não ri.
- pra onde vão ? – perguntou ele
- não sei direito, parece que é uma balada – disse, e a cara dele piorou, então não aguentei e comecei a rir
- desculpa kkkkkkk – disse rindo, e me levantando
- vai a onde ? – perguntou ele
- dormir uai, o sinal já bateu faz tempo – disse saindo, e logo ele saiu, fui em direção ao meu quarto, então passando pela sala sinto alguém me puxar pelo braço, e então me beija, eu percebo quem era, então continuo beijando, eu sabia que não deveria, mas não resistir, esse beijo era tão bom, ficamos ali um tempo.
- já deu né – afirmei
- então isso é um sim ? – perguntou ele
- não ainda, já disse que te dou a resposta domingo – disse cruzando os braços
- mas até lá podemos repetir o beijo ? – perguntou ele me puxando pra ele, e iniciando outro beijo, então eu parei, e sai correndo para meu quarto, apenas ouço ele gritar
- vou aceitar isso como um sim – disse ele gritando, então eu fui direto para meu quarto, cheguei lá e a Gi estava de pijama, eu peguei meu pijama, uma toalha, e minha escova de dentes e fui para o banheiro tomar banho, fiquei em baixo da água lembrando do beijo que o Carlos havia me dado agora pouco, foi tão bom, fiz minha higiene, e sai.
- aconteceu algo ? – perguntou a Gi
- não, pq ? – perguntei
- pq você está toda boba ai – disse ela, e eu terminei de me trocar.
- não é nada não – disse me deitando
-   fala vai – disse ela sentando em sua cama, então eu me levantei e me sentei
- isso não pode sair daqui ok ? – perguntei, então ela assentiu
- eu e o Carlos nos beijamos – disse com vergonha
- faleeei que iam volta – disse ela toda alegre
- não voltamos ainda .. – ele quer ficar sem compromisso sabe, daí eu disse que Domingo dava a resposta, e quando estava vindo pra cá ele me beijou, e eu continuei, aaa Gi, foi tão bom – disse feliz
- hmmmm safadinhos – disse ela e eu ri
- mudando de assunto, você gostou das meninas ? – perguntou ela
- gostei sim, a Larissa é a mais engraçada e elétrica né?  - disse rindo
- uhuum – disse ela sorrindo
- senti que aquela Heloisa e Amanda não gostaram de mim – disse
- não mesmo, por causa de você estar com o Carlos – disse ela
- como assim ? a escola inteira gosta dele ? – perguntei
- mais ou menos isso, todas elas sempre ficaram com ele, e agora que viram que ele chegou com você na escola e que ele está correndo atrás de você e talz estão todas com ciúmes, inveja, sei la eu o que é, mas não se abale por elas não viu – disse ela
- aah sim – disse me deitando
- vai dormi ? – perguntou ela
- acho que sim, pq ? você não ? – perguntei
- já ? ta cedo ainda, eu não – disse ela e eu ri
- você não tem notebook ? – perguntou ela
- tenho, pq ? – perguntei
- agora pode mexer – disse ela
- serio ? – perguntei, então ela assentiu com a cabeça, eu fui correndo para a minha bolsa onde havia colocado meu not, então eu o liguei e entrei no meu face, tinha duas solicitação de amizade, era o Bruno, eu aceitei, e outra que a Gi havia acabado de mandar, aceitei também, fiquei até 1H no not, e depois fui dormi, a Gi continuou mexendo no not dela, no dia seguinte acordei era 8H com o sinal, o dia foi normal, as aulas foram legais, alguns professores passaram matéria, já outros não, a professora de inglês passou muita matéria, mais trabalho e duas tarefas no livro, eu ainda não havia visto o Carlos, deu a hora do almoço, sai da sala, fui guardar meus cadernos em meu armário, e quando o abro um bilhete cai.
- hmmm bilhetinho é ? – disse a Gi atrás de mim
- de quem será ? – perguntei
- não vai saber se não abrir, to te esperando na cantina – disse ela indo em direção a cantina com as meninas, então eu fiquei em dúvida se abria ou não, então eu abri, e dizia assim: “ no tempo livre á tarde me encontre na piscina, beijos linda “, e não estava marcado de quem era nem nada, então eu fui para o meu quarto, guardei o bilhete, e fui para a cantina, peguei uma salada de frutas, e fui para a mesa, as amigas da Gi foram pegar suco, e ficou apenas eu a Gi na mesa.
- e ai ? – perguntou ela
- o que ? – perguntei
- abriu a carta ? –perguntou ela ansiosa
- uhuum – disse

- e o que dizia ? – perguntou ela

terça-feira, 27 de agosto de 2013

cap. 13 de Amor imprevisível

- já perdoei, mas... – não tem mais nós, vamos ser só amigos, prefiro assim, tudo entre nós aconteceu muito rápido, e agora eu quero é me concentrar nos estudos, e se ficarmos assim não vou conseguir. – disse ela
- me de mais uma chance – insisti, meus olhos estavam cheios de lágrimas já.
- não dá, eu vou ficar desconfiada o tempo todo, e não vou conseguir mais estudar, e se minhas notas caírem eu volto pra São José – disse ela
- ta então, se vc não quer “sofrer” e ir mal na escola eu tbm não quero, não precisa mais falar comigo – disse me levantando e saindo dali, eu a deixei ali sozinha, logo bateu o sinal e fui para a minha sala.
- narração de Mari –
Bateu o sinal e eu sai dali, procurei pela minha sala, mas antes fui ao banheiro lavar o rosto, por causa do choro, as  aulas passaram rápido demais, a Gi estava na minha sala, então bateu o sinal da última aula.
- que aula é agora Gi ? – perguntei
- matemática , o professor é super legal – disse ela, então eu olhei pra baixo
- hey, não fica assim, você quem terminou, pq vocês não conversam ? – perguntou ela
- eu acho que ele nem quer mais olhar na minha cara Gi – disse, então ela me abraçou.
- é coisa do momento, da um tempo pra ele, tire um tempo pra você, vocês vão se acertar – disse ela, então o professor chegou, ele não passou nada, como os outros, apenas se apresentou e disse o conteúdo do ano, a aula acabou, e todos saímos.
- e agora o que todos fazem ? – perguntei
- alguns ficam na sala jogando, vendo filme, conversando, namorando, já vi algumas meninas que vão pra quadra dançar, outras vão para a cantina comer, ai vai de você – disse ela
- pode dançar aqui ? – perguntei
- lógico, aqui tem educação física, você não  viu sua roupa de ginástica não ? – perguntou ela
- vi, mas não sabia da dança, acho que vou comer algo, e dançar- disse toda animada, guardei meu material, e fui para a cantina, e lá eu não vi o Carlos, nem um de seus amigos, eu peguei uma salada de fruta, e comi um pouquinho, então fui para meu quarto, passei na sala, e os amigos de Carlos estava lá, mas nada dele, onde será que ele se meteu, queria ter noticias dele, então eu fui para meu quarto, entrei, e vejo o Carlos sentado em minha cama.
- o que faz aqui ? – perguntei
- estava te esperando – disse ele
- pra que ? não pode meninos na ala de meninas esqueceu ? – perguntei
- não, mas eu quero te pedi perdão, eu não beijei a Rosangela, ela quem me beijou, eu quero você Mari, volta pra mim por favor – disse ele se levantando e me puxando pra ele, então estávamos quase nos beijando.
- nossaaaaaaaaa perdão, não sabia que ele estava aqui – disse a gi entrando no quarto, e eu levei um susto .... – vou sair, não demorem por favor – disse ela rindo
- onde paramos mesmo ? – disse ele me puxando novamente pra ele, eu queria beija-lo , mas não podia, não sabia se era verdade.
- como posso saber que foi ela quem te beijou mesmo, sendo que eu cheguei depois ? – perguntei saindo de seus braços...
- eu não vou mentir pra você, não quero isso, não sou de mentir – disse ele
- sai do meu quarto por favor – disse
- vamos conversar no final de semana, pode ser ? eu te ligo – disse ele, e eu estava irritada.
- saai logo – gritei
- não, só se me prometer que vamos conversar final de semana – insistiu ele.
- ta bom, agora sai – gritei abrindo a porta, então ele saiu, e a Gi estava ali.
- o que ele queria ? – perguntou ela
- ele quer conversar comigo final de semana – disse
- então vocês vão conversar domingo, pq sábado eu tem uma balada p irmos, você vai junto ok ? ...- isso não foi uma pergunta – disse ela, e eu ri
-ta bom – disse rindo
- você vai ficar ai deitada, não vai sair não ? -  perguntou a Gi
- sair pra onde ? – disse rindo
- vamos lá pra baixo, nos enturmar um pouco – disse ela
- aah, não to muito bem – disse

- para, ele é um muleke, e jaja vocês voltam, vamos por favor – disse ela me puxando da cama, então  eu fui, ela já conhecia bastante meninas, ela me apresentou a suas amigas.
- essa daqui é a Carla, Larissa, e aquelas duas são Amanda e Heloisa, elas andam um pouco afastadas do grupo mas jajá elas voltam... – e essa daqui é a Mariana – disse ela, então eu sorri, e as meninas super me acolheram, começaram a conversar comigo, perguntaram de onde eu era, e essas coisas, todas ali eram de Minas mesmo, eu gostei delas, depois de um tempo conversando Amanda e Heloisa vieram falar com as meninas, as cumprimentei, mas eu senti que elas não foram muito com a minha cara, mas nem liguei, quando deu 22H. o sinal bateu para irmos para os nossos quartos.
- narração de Carlos –
Estava com sede, então fui até a cantina pegar água, pois a que tinha no quarto acabou, chego lá e a Rosangela estava lá.
- oi lindinho – disse ela mexendo no cabelo
- não enche vai – disse passando reto por ela
- que foi ? a namoradinha terminou com você, e daí vai descontar em mim ? – disse ela chegando mais perto de mim e se insinuando
- e se for ? não é da tua conta – disse saindo de perto dela, e indo terminar de encher a garrafinha
- um dia você vai voltar a ser meu, lindo – disse ela quando eu já estava saindo da cantina, eu estava distraído tentando tampar a garrafinha que acabo esbarrando em alguém, e acabo a molhando sem querer
- nossa desculpa – disse indo para o chão pegar a tampinha, então quando volto vejo que era a Mari
- sem preblemas – disse ela sorrindo, e indo para o lado da Rosangela, então eu fui para o seu lado.
- precisa de ajuda ? – perguntei
- não obrigada – disse ela pegando uma garrafa de suco de uva e indo se sentar na mesa, então eu fui atrás dela
- posso me sentar ? – perguntei
- afeee – disse a Rosangela em voz alta saindo de lá, então a Mari a olhou
- ignora ela – disse, então ela me olhou
- não ia se sentar ? – perguntou ela me olhando com um olhar irônico, então eu me sentei

- queria conversar com você, direito, sem patadas – disse 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

TRECHOOO

- nossaaaaaaaaa perdão, não sabia que ele estava aqui – disse a gi entrando no quarto, e eu levei um susto .... – vou sair, não demorem por favor – disse ela rindo
- onde paramos mesmo ? – disse ele me puxando novamente pra ele, eu queria beija-lo , mas não podia, não sabia se era verdade.
- como posso saber que foi ela quem te beijou mesmo, sendo que eu cheguei depois ? – perguntei saindo de seus braços...
- eu não vou mentir pra você, não quero isso, não sou de mentir – disse ele
- sai do meu quarto por favor – disse
- vamos conversar no final de semana, pode ser ? eu te ligo – disse ele, e eu estava irritada.
- saai logo – gritei
- não, só se me prometer que vamos conversar final de semana – insistiu ele.
- ta bom, agora sai – gritei abrindo a porta, então ele saiu, e a Gi estava ali.
- o que ele queria ? – perguntou ela
- ele quer conversar comigo final de semana – disse
- então vocês vão conversar domingo, pq sábado eu tem uma balada p irmos, você vai junto ok ? ...- isso não foi uma pergunta – disse ela, e eu ri
-ta bom – disse rindo
- você vai ficar ai deitada, não vai sair não ? -  perguntou a Gi
- sair pra onde ? – disse rindo
- vamos lá pra baixo, nos enturmar um pouco – disse ela

- aah, não to muito bem – disse

rosangela >>  

quarto das meninas ( mari e Gi ) >>

sábado, 24 de agosto de 2013

TRECHOO

- narração de Mari –
Bateu o sinal e eu sai dali, procurei pela minha sala, mas antes fui ao banheiro lavar o rosto, por causa do choro, as  aulas passaram rápido demais, a Gi estava na minha sala, então bateu o sinal da última aula.
- que aula é agora Gi ? – perguntei
- matemática , o professor é super legal – disse ela, então eu olhei pra baixo
- hey, não fica assim, você quem terminou, pq vocês não conversam ? – perguntou ela
- eu acho que ele nem quer mais olhar na minha cara Gi – disse, então ela me abraçou.
- é coisa do momento, da um tempo pra ele, tire um tempo pra você, vocês vão se acertar – disse ela, então o professor chegou, ele não passou nada, como os outros, apenas se apresentou e disse o conteúdo do ano, a aula acabou, e todos saímos.
- e agora o que todos fazem ? – perguntei
- alguns ficam na sala jogando, vendo filme, conversando, namorando, já vi algumas meninas que vão pra quadra dançar, outras vão para a cantina comer, ai vai de você – disse ela
- pode dançar aqui ? – perguntei
- lógico, aqui tem educação física, você não  viu sua roupa de ginástica não ? – perguntou ela

- vi, mas não sabia da dança, acho que vou comer algo, e dançar- disse toda animada, guardei meu material, e fui para a cantina, e lá eu não vi o Carlos, nem um de seus amigos, eu peguei uma salada de fruta, e comi um pouquinho, então fui para meu quarto, passei na sala, e os amigos de Carlos estava lá, mas nada dele, onde será que ele se meteu, queria ter noticias dele, então eu fui para meu quarto, entrei, e vejo o Carlos sentado em minha cama.

cap. 12 de Amor imprevisível

- ah, então siga-me – disse ele
- pra que ? – perguntei
- vou te mostrar a escola, a Gi não te falou não ? – perguntou ele
- aa é você ? – perguntei – falou sim – disse
- sim, sou eu, vamo ? – perguntou ele, então eu o segui, e ele foi me mostrando a escola, tinha muitos corredores, meu medo era de ficar perdida.
- bom, aqui é o jardim, o fim do “tour” – disse ele
- nossa, aqui é bem maior do que eu pensava – disse sorrindo, então ele riu
- é mesmo – disse ele
- ta com fome ? – perguntou ele
- um pouquinho – disse
- então, vamos comer ? e depois topa dar uma volta comigo no jardim ? – perguntou ele
- tá, pode ser legal – disse, eu estava sem relógio, não fazia a mínima ideia de que horas eram, chegamos na cantina, e estava um pouco lotada, então entramos na fila.
- acho melhor pegarmos e irmos comer no jardim, pode ser ? – perguntou ele
- tá, pode sim – disse, chegou a vez dele, e logo a minha, então eu peguei um suco de uva, e torta, então saímos, ao sair da cantina ouço meu nome, então olho para trás, era o Carlos, então eu fui até ele.
- o que está fazendo com ele ? – perguntou ele revirando os olhos, ele estava nervoso, e não fazia nenhum esforço para esconder isso.
- se acalma  - disse passando minha mão direita em seu braço.
- me acalmar ? é pq você não sabe tudo o que esse idiota fez pra todos daqui – disse ele já indo bater no Bruno, eu tentei impedi-lo, mas não consegui, então veio dois amigos dele separando – os dois o acalmara, eu fui tentar falar com ele
- amoor, eu vou te explicar – disse o tentando fazer ele olhar pra mim
- Mariana, agora não, por favor – disse ele irritado, então bruno me puxou, e eu fui com ele para o jardim, lá fora parecia um clube, com duas piscinas, campo de futebol, quadra, e quiosques, eu e o Bruno fomos para um quiosque, ele comeu, e eu apenas bebi o suco, estava tudo quieto.
- não vai comer ? – perguntou ele como se nada tivesse acontecido
- perdi a fome – disse abaixando minha cabeça
- não fica assim, vocês vão se falar – disse ele acariciando minha mão
- eu não to assim por ele, mas eu não entendo, pq isso ? – perguntei
- quer mesmo saber ? – perguntou ele, então eu assenti com a cabeça
- narração de Bruno –
No meio do ano passado veio a Rosangela pra cá, uma menina de 15 anos, ruiva, então, ela sempre foi determinada, e fazia de tudo, tudo mesmo para conseguir o que quisesse, ela se passou por uma pessoa que ela não é para o Carlos, então eles ficaram, e ele estava muito “mexido” com uma menina ai, que o deixou, parece que ela foi morar pra fora do pais... -  eles ficaram juntos durante um mês, sem compromisso nem nada, e eu só de olho nela, em uma segunda ele faltou, e na hora do  lanche ela veio falar comigo, e ficamos conversando, um dava em cima do outro, e assim ficou a semana inteira, até que nós ficamos, no quarto dela, e então, o clima foi esquentando, e você já deve imaginar o que rolou né ? – perguntei, e ela assentiu com a cabeça – então Carlos deu falta dela, e foi procura-la no quarto, e nos pegou transando, e ela falou muito mal de mim pra ele, eu sei que tenho uma parcela de culpa nisso por ter dado trela á ela, mas ele até hoje ficou com raiva de mim por isso – disse, então ela ficou chocada.
- ele já beijou ela ? – perguntou ela indignada.
- não só como beijou como fez outras coisas também... – pera ai, você a conhece ? – perguntei
- ela nos interrompeu hoje na entrada – disse ela revirando os olhos
- é, mas então, se eu fosse você não a provocava – disse, então olho para a porta e vejo ela vindo em nossa direção
- oi, já está dando em cima da novata ? olha que ela tem dono já – disse ela se sentando em meu colo, então ela me beijou, eu não tive como evitar, estávamos juntos, escondidos, mas juntos, eu parei o beijo.
- o que você fez ? – não era pra ser escondido ? – perrguntei
- mudei de ideia – disse ela me beijando então eu parei, e olhei pro lado
- cadê ela ? – perguntei ?
- quem ? – a loirinha sem sal ? – perguntou ela
- o nome dela é Mariana, ela é linda – disse
- e está com o Carlos – completou ela
- ou não – disse sorrindo
- o que você fez ? – perguntou ela saindo do meu colo
- vamos dizer que ele me viu com ela na cantina – disse a olhando
- mas estavam se beijando, ou algo do tipo ? – perguntou ela
- não, mas ele quase me bateu, e os amiguinhos idiotas dele o seguraram, ela foi tentar falar com ele, e ele não quis – disse
- uuuui – disse ela sorrindo e me dando um selinho demorado
- narração de Carlos –
Estava mais calmo, fui para fora, pra falar com a Mari, logo no primeiro quiosque vejo o Bruno com a Rosangela,então vou até eles para perguntar da Mari.
- oi puta – digo olhando pra Ro
- não fala assim com ela, ou então – disse o Diego vindo pra cima de mim, mas eu segurei seus braços.
- ou então o que ? – disse o soltando com raiva
- apenas uma coisa me interessa aqui – disse olhando para Ro, para provoca-lo, então eu fui até ela, e a puxei pra mim, então ele veio até mim querendo me bater, mas a Ro impediu, e me deu um selinho, então eu a joguei contra a parede.
- não é você não o puta, é a Mari cadê ela ? – perguntei olhando para o Bruno, e ele estava vermelho de raiva, e eu ri.
- to aqui – disse uma voz feminina atrás de mim, parecia estar chorando, então eu me virei, era a Mari.
- Mari – sussurrei, ela estava chorando, com os olhos cheios de lágrimas
- depois conversamos – disse ela saindo de lá correndo, ela correu em direção ao jardim, então eu fui atrás dela, mas antes a Ro me segurou.
- ela viu tudo seu trouxa  - disse ela
- me solta sua puta – disse, então ela me soltou, e eu corri até a Mari, quando a encontrei ela estava sentada perto da quadra, eu me sentei ao seu lado, então e a abracei.
- me solta – disse ela, então eu a soltei
- me perdoe, eu queria dar o troco no Bruno, pq quan..- disse e ela me interrompeu
- eu sei, ele já me contou toda a história, mas você estava comigo, e beijou ela, não gosto disso, não sou assim – disse ela chorando
- me perdoa – disse
- se eu não tivesse visto, você teria me contado que havia beijado a ruiva ? – perguntou ela
- não – sussurrei, então ela abaixou a cabeça
- foi o que pensei – disse ela

- vai me perdoar ? – perguntei

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

cap. 11 de Amor imprevisível

- Carlos ? carlooos ? – dizia a Mari
- nossa, desculpa, acabei sonhando acordado – disse sorrindo
- com o que ? – perguntou ela, eu não ia falar
- melhor não falar- disse sorrindo, então eu a beijei.
- vou pro quarto – disse ela me dando um selinho, eu fiquei a olhando, então eu desci, fui pra cozinha, fiz um toddy quente pra mim, e peguei umas bolachas salgadas que tinham no armário.
-  narração de Mari-
Eu fui para meu quarto, tomei banho, coloquei uma calça jeans, e uma camisetinha branca, coloquei uma sapatilha e uma tiarinha com lacinho rosa, peguei também meu celular, e meu notebook, e o carregador, desci já com a bolsa, então encontro o Vitor e o Carlos na cozinha.
- bom dia – disse o Vitor
- bom dia – disse
- não vai tomar café ? – perguntou o Vitor
- não, já tomei, obrigada – disse me sentando ao lado de Carlos
- ta animada ? – perguntou o Vitor
- uhuum – disse, então eu abaixei minha cabeça sobre a mesa, pois estava com muito sonos, então senti alguém alisar meus cabelos, levantei pra ver, e era o Carlos.
- vamos ? – perguntou ele
- vamos – respondi, então saímos, colocamos as coisas no carro, entramos, e Vitor nos levou, nós dois fomos atrás, Carlos não largava de mim, então chegamos, descemos pegamos as malas, e fomos entrando, a minha era de rodinha, e eu tinha uma frasquerinha que levava sabonete, perfume, essas coisas, a diretora estava na porta recebendo os alunos.
- bom dia – disse ela
- bom dia – respondemos
- você é nova aqui, não é ? – perguntou ela
- sou sim, pq ? – perguntei sorrindo
- aah, então depois que você for para o seu quarto, vá para a minha sala, vou pedir para alguém lhe mostrar a escola – disse ela educadamente
- eu posso motrar – disse o Carlos então ela riu
- não, um inspetor de preferência – disse ela piscando pra mim, então eu ri.
- ah e seus uniformes estão já no seu guarda roupa – disse ela
- ok, obrigada – disse já saindo
- então, é aqui que nos despedimos – disse Carlos
- como assim ? – perguntei
- porque tem a ala das meninas e a dos meninos, e a minha é pra lá – disse ele apontando pra esquerda
- então a minha é pra lá ? – disse apontando pra direita, então ele assentiu com a cabeça
- mas não vamos nos encontrar depois ? – perguntei fazendo biquinho
- vamos sim meu anjo – disse ele me puxando pra ele, e quando íamos nos beijar.
- peguete nova ? – interrompe uma menina ruiva, ela me olhou com cara feia.
- e se for ? não é da tua conta – disse ele me olhando
- ignora ela – sussurrou ele, e eu assenti.
- me ignorar ? tá com medo de eu contar tudo o que você aprontou ? na verdade nós aprontamos – continuou ela, fazendo ele a olhar, então ela mandou um beijinho p ele, e saiu então ele me olhou de novo, e eu desviei o olhar, tirei sua mão de mim, e fui em direção a ala das meninas, mas ele me segurou.
- você acreditou nela ? – perguntou ele.
- não, mas também não tem mais clima pra beijo, me solta por favor – disse, então ele me soltou, tinha uma escada, então eu subi, procurei pelo meu quarto, e não demorou muito para acha-lo, quando entro lá, não tinha ninguém, abri o guarda roupa e tava o uniforme, era meu tamanho mesmo, fui para o banheiro e o vesti, ficou assim >> https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQC52obEcHewaIdHpdHzUuAWrocc2o9-SyKdo6gq_ZfmJC_phix
Eu gostei bastante do uniforme, quando fui arrumar minhas roupas no guarda- roupa a porta se abre, como eu estava guardando as roupas não vi quem entrou, quando vou para pegar meus calçados.
- narração de Gi –
- você ? – perguntei me sentando na cama
- você ? – perguntou ela assustada e virando a cara, então eu ri
- foi à pergunta que eu fiz - disse rindo – parece que vamos ter que dividir o quarto – disse
- pois é – disse ela seca.
- hey, eu te ajudei, não se lembra ? – disse
- eu sei, desculpa, é que estou irritada – disse ela se sentando na cama, ela já estava de uniforme, estava bem arrumadinha.
- posso saber pq ? – perguntei a olhando
- pq eu e o Carlos íamos nos beijar e então veio uma menina ruiva, falando um monte de coisas, que eles já aprontaram juntos, se eu era apenas mais uma peguete, e essas coisas sabe – perguntou ela .
- Deve ser a Rosangela, eu sei mais ou menos dessa história, mas prefiro não contar agora, não quero ter problemas com o Carlos – disse indo pegar meu uniforme, o meu eu havia pedido um modelo diferente, e ficou legal, quando sai Mari ainda estava ali.
- pensando no Carlos ? – perguntei, ela apenas assentiu com a cabeça, e escuto baterem na porta.
- oi, bruno ? – disse assustada, o que ele fazia aqui – aqui é a ala das meninas, esqueceu ? – perguntei
- não Gi, é que parece que tem uma aluna nova em seu quarto,  e a Beth ( diretora) pediu para mostrar a escola á ela – disse ele
- ok, vou chama-la, só um minutinho – disse fechando a cara em sua porta, eu gostava dele, mas bem longe de mim, ele já fez muita coisa para atrapalhar o meu namoro com o Marcelo.
- é o seguinte, a diretora falou para um aluno, o bruno, te levar para fazer um “tour” no colégio, e jaja começa as aulas, provavelmente vão perder a aula da parte da manhã, ele é muito lindo, legal, e beija hiper bem, mas ele não presta, ele já fez muita coisa pra acabar com meu namoro e o do Marcelo, então por favor cuidado com ele viu, não diga muitas coisas sobre você e o Carlos, só o básico viu – disse.
- tá, calma – disse ela sorrindo e passando um gloss no espelho, logo saiu
- narração de Bruno –
Estava ali do lado de fora esperando a Tal menina nova, espero que seja solteira e bonita ( risos)
- narração de Mari-
- tchau Gi, até á tarde – disse rindo e fechando a porta, então esbarro em alguém, sem querer – nossa, desculpa – disse, então a pessoa era o menino do shopping.
- você estuda aqui ? – perguntou ele

- é, comecei hoje – disse

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

cap. 10 de Amor imprevisível



- Mari, vamos ?  - perguntou ele, então eu assenti
- me esperem, vou trancar o resto da casa – disse o Carlos.
- ta, estamos te esperando dentro do carro – disse então ele assentiu.
- ta bem pra dirigir ? – perguntei para o Vitor
- eu estou sóbrio, mas estou com muita dor de cabeça, e as vezes fico com um pouco de tontura, pode dirigir se quiser – disse ele
- ta bom então,aah e eu fui para o shopping com seu carro – disse entrando no carro
- aah que legal, conheceu um pouco o resto da cidade – disse ele sorrindo, então sorri
- voltei – disse o Carlos abrindo a porta do carro, ele foi na frente comigo, e o Vitor foi atrás.
- para aqui – disse Vitor, estávamos passando perto de uma pracinha, tinha uma vaga ali, então parei
- o que houve ? – perguntei
- estou com fome, vou comprar um lanche pra mim, vocês não querem ? – perguntou ele descendo do carro.
- não obrigada – disse
- eu também não vou querer não, obrigado – disse o Carlos
- vocês não vão descer ? – perguntou Vitor no vidro, então Carlos balançou a cabeça em negativo.
- tá animada pra amanhã ? – perguntou o Carlos
- to um pouco nervosa, mas ao mesmo tempo ansiosa - disse
- aah sim, vamos juntos pra escola né ? – perguntou ele
- vamos né, o Vitor quem vai nos levar – disse rindo, então ele me beijou, ficamos ali nos beijando, depois ele parou.
- e quando meus pais voltarem como vamos fazer ? – perguntou ele
-calma amor, nós vamos nos ver todos os dias, sem contar os finais de semana, não precisamos ir juntos para a escola – disse dando selinhos nele
- acho que estou sendo muito grudento né ? – perguntou ele me abraçando
- mais ou menos – disse então ele sorriu, e mordeu meu lábio inferior, e ficamos ali, o Vitor demorou com o lanche, mas também havia comido lá.
- posso ir agora? – perguntei olhando pro Vitor
- pode sim, desculpa – disse ele zoando comigo, então eu ri, fomos o caminho inteiro conversando, o Vitor e o Carlos não paravam de contar piadas, eu ria muito, então chegamos, abrimos a casa.
- cadê a Rosana ? – perguntou o Vitor
- deve ter ido dormir na casa do Edgar – disse
- de novo ? – perguntou ele
- pois é – respondi
- eu vou tomar um banho, e deitar, vocês vão ficar aqui mesmo ? – perguntou o Vitor
- vamos né amor ? – perguntou o Carlos me abraçando por trás
- não, eu estou cansada, e amanhã nós temos que acordar cedo, acho que vou dormir mesmo – disse, o olhando
- ta bom então – disse ele fazendo biquinho, e eu ri, logo subimos, os três, Vitor foi para seu quarto, e o Carlos me levou até o meu, ficamos ali na porta nos beijando.
- boa noite meu anjo – disse ele me dando selinhos
- boa noite – disse o beijando, então ele foi para o seu quarto, e eu entrei no meu, tinha que arrumar minha roupa na mala, peguei minha mala, e coloquei umas roupas, o uniforme eles avisaram que iriam entregar na segunda, mal dormi á noite, nós entravamos era as 7H, quando deu 5H eu ainda estava acordada, e com fome, então desci, abri a geladeira, e peguei alguns morangos que estavam em um potinho, comi, o material eu iria ganhar na escola mesmo, eu assisti um pouvo de TV, não tinha nada de bom passando, além de Bob esponja, então eu fiquei ali assistindo, fiquei até as 6H, então eu resolvi tomar banho, quando estou subindo as escadas me encontro com o Carlos, ele estava lindo, como já era aluno do Basic ( o colégio), já estava com o uniforme, ele estava lindo.
- narração de Carlos –
Acordei, me arrumei,  e desci para comer algo, então na escada dou de cara com a Mari, ela estava linda, de pijama.
- já ta acordada ? – perguntei a vendo de pijama.

- na verdade mal dormi essa noite – disse ela, ela estava tão linda, então eu não disse nada, apenas a puxei pra mim, então fomos indo para o ‘meu’ quarto, abri a porta, então a deitei na cama, e me deitei do lado, ela mordia meu lábio inferior, aquilo estava muito bom, então eu desci a mão para sua bunda...

terça-feira, 20 de agosto de 2013

cap. 09 de Amor imprevisível

- então beleza – disse me soltando, e indo para a beira da piscina com os olhos cheios de lágrimas, passei pela cozinha para tomar água, então eu me encontro com a Gi e o Marcelo.
- desculpa, não sabia que estavam aqui – disse com a cabeça baixa, não queria que eles vissem que eu estava chorando
- iiih pronto, vai ver o Carlos amor, certeza que ele exagerou na bebida novamente – disse a Gi, puxando uma cadeira.
- senta – disse ela, então eu me sentei
- olha, não fica assim, quando ele bebe muito ele fica assim mesmo, ele deve ter tentado te levar para o quarto com ele, e ter ameaçado o “relacionamento” de vocês – disse ela, então eu assenti
- olha linda, o Marcelo foi conversar com ele, ele sempre segue os conselhos que o Marcelo dá a ele, menos de parar de beber, todo final de semana praticamente ele bebe – disse ela, então eu fiquei horririzada, pq o Vitor não me disse isso.
- você está mentindo, pq o Vitor diria isso pra mim – disse
- não, pq o Vitor quem o levou para o mal caminho, o Vitor quem o ensinou a ser assim, vai lá e vê o estado do Vitor agora – disse ela
- não, obrigada, eu só quero ir embora – disse
- você vai, mas assim, se o Carlos te pedi perdão o perdoe, ele jaja fica bem, e certeza que ele vai até a sua casa para lhe pedi perdão, não seja grossa com ele, não largue dele por causa disso, ele precisa de alguém que o faça mudar, e esse alguém pode ser você, então não desista dele – disse ela vindo me abraçar, eu estava já chorando demais, então eu a abracei, ela pegou as chaves do carro de Vitor e deu pra mim.
- você sabe dirigir né ? – perguntou ela, e meu pai havia me ensinado a dirigir ano passado.
- sim, pq ? – perguntei
- vá pra casa, o Vitor não pode dirigir, se ele pegar este carro, ele vai estraga-lo todinho – disse ela, então eu peguei minhas coisas e fui direto para a casa, guardei o carro, cheguei, tomei banho, e no banho eu chorava muito, por causa de tudo o que a Gi havia me falado, amanhã começava as aulas, e eu não podia ir assim pra lá, eu tinha que me distrair então eu sai do banho, eu lembro que quando fomos fazer minha matricula na escola passamos em frente á um shopping, então como tinha que esfriar a cabeça, eu fui fazer algumas comprinhas, troquei de roupa, peguei a chave do carro e fui direto para o shopping.
eu fui rapidinho, não errei o caminho, havia poucas vagas para carro, a maioria estava lotada, então, eu dei umas duas voltas e vi um cara retirando seu carro, então coloquei ali, estava longe da entrada, mas melhor do que ficar dando voltas por ai né, então eu fui, gastei uns 4/5 minutos para chegar até a porta, o shopping era lindo, passei em uma boutique de roupas, e comprei algumas, estavam na promoção, e eram lindas, comprei umas 3 blusas, 1 calça jeans linda, e 3 vestidos lindos, de sair, lindo, não sabia se ia usar, mas eu amei, encontrei uma loja da Marina calçados lá, e pirei, eu amo aquela loja, logo fui entrando, estava lotada.
- narração de Carlos –
- eu não fiz isso, não acredito – disse abaixando a cabeça, e tentando lembrar dos meus momentos com a Mari, veio alguns flashes, mas estavam meio sem sentido – eu preciso pedir desculpas a ela – disse para o Marcelo, então ele me impediu
- não até você tomar um banho gelado, terminarmos de arrumar a bagunça que ficou lá em baixo, e esperar esse cheiro horrível de bebida sair de você – disse ele, então eu baixei a cabeça, ainda estava indignado com o que fiz a Mari, nem uma semana que estamos ficando e já apronto – eu tenho que mudar- disse olhando para o Marcelo – me ajuda – disse
- ajudo, mas você tem que querer realmente, e não é parar totalmente de beber, é só saber se controlar, saber seu limite – respondeu ele saindo do quarto, então eu fui tomar banho, demorei em baixo do chuveiro, estava pensando em como fazer para pedi perdão para a Mari, pois amanhã já voltava as aulas, e eu não queria que fosse pra escola com esse clima entre eu e ela, me arrumei, escovei os dentes, bem, e achei um halls em cima da minha cômoda, chupei um, sentei na cama e fiquei pensando.
- narração da Gi –
- e ai, ele está melhor? – perguntei para meu amor enquanto ele entrava na sala, estava lá cuidando de Vitor.
- tá sim, ele até pediu a minha ajuda para mudar, de vez – disse ele, então eu me assustei, e fomos para a cozinha
- sério ? – perguntei com os olhos arregalados, então ele assentiu com a cabeça.
- então, vai ajuda-lo né amor ? – perguntei o beijando, ele nem respondeu, apenas ficamos ali, ele começou a morder meu lábio inferior, e desceu para meu pescoço dando chupões, então escuto barulho de alguém descendo as escadas, então o empurrei, me virei e fingir estar lavando a louça, mas não ajudou muito, pois ele veio por trás de mim, e ficou falando coisas lindas em meu ouvido, e ninguém apareceu, logo paramos de nos beijar, eu sequei a louça.
- vamos ? – perguntei o olhando
- uhuum – o respondeu me dando selinhos
- só vou avisar o Carlos que estamos indo, e que Vitor vai ficar aqui por conta dele – disse ele subindo a escadas
- narração de Carlos –
No meio dos meus pensamentos eu acabei cochilando um pouco, acordei com alguém batendo na porta.
- quem é ? – perguntei meio sonolento
- é o Marcelo, abre aqui – disse, então eu me levantei, e abri a porta para ele
- aconteceu alguma coisa  ? – perguntei
- não, só que estamos indo embora, e o Vitor vai ficar ai, depois você o leva, pode ser ? – perguntou ele
- na verdade ele quem vai me levar, pq eu estou sem carro, o meu está no concerto. – disse
- nossa, então ou vocês vão a pé, ou então você liga pra Mari vim buscar vocês, pq a Gi deixou ela ir com o carro pra casa do Vitor – disse ele, então eu arregalei os olhos.
- a Mari sabe dirigir ? – perguntei assustado
- segundo a Gi sim – disse ele sorrindo
- aah sim, obrigada então, pode deixar que eu vou chamar o Vitor, e vamos ligar pra ela – disse já descendo as escadas com ele.
- ah, o Vitor está dormindo – disse a Gi
- onde ? – perguntei
- no quarto de hóspedes uai – disse ela
- aah sim – respondi
- pq você não liga pra Mari, e quando ela chegar aqui você diz que ele havia acabado de dormir, e daí vocês conversam – disse ela
- acho que ela não vai querer nem olhar na minha cara mais – disse com a cabeça baixa
- não é assim também poxa, tenta pedi perdão pelo menos- disse ela
- vamos ver – disse
- ta bom então, tchau – disse a Gi me dando um beijo no meu rosto
- tchau, fica bem aew viu – disse o Marcelo apertando minha mão, e depois me abraçando.
- tchau, desculpa por tudo, a e Gi, todos já foram embora ? – perguntei, então ela assentiu com a cabeça.
- obrigado viu, vocês dois me ajudaram muito hoje – disse, então eles abriram a porta e foram embora.
Eles foram embora, e eu fiquei pensando ao lado do telefone se ligava ou não para a Mari, parecia uma menina esperando o telefonema de um menino, então eu resolvi ligar, como não tinha o numero de seu celular resolvi ligar no telefone da casa, liguei umas cinco vezes e ninguém atendeu, então eu deixei um recado.
“Mari, é o Carlos, então, o Vitor ainda está aqui em casa, e está querendo ir embora, quando ouvir isto venha buscá-lo.” – disse, pq  será que ela não atendia, será que ela foi mesmo pra casa ? Será que ela não desmaiou de novo ? ficou essa pergunta na minha cabeça, mas como estava sem o carro não poderia ir até lá.
- tá esperando a Mari ligar ? – perguntou o Vitor  
- mais ou menos – disse
- como assim, o que houve ? – perguntou ele, então eu contei a história toda
- aah sim, mas fica tranquilo, ela deve esta dormindo, ou algo assim – disse ele tentando me tranquilizar – precisa de ajuda pra arrumar as coisas ? – perguntou ele
- não, a Gi e o Marcelo já arrumaram, eles me ajudaram muito hoje – disse
- nossa, já são quase seis horas, será que já acabou o jogo ? – perguntou ele mudando de assunto
- não sei, quer ligar a TV ? –perguntei lhe dando o controle remoto, então ele pegou o controle e logo ligou a TV.
- obrigado – disse ele, então eu apenas sorri
- narração de Mari –
Comprei umas 3 melissas pra mim, enquanto saia da loja estava passando um menino alto, moreno, tinha um mini topete no cabelo, ele estava distraído, então esbarrou em mim, e eu fiquei irritada.
- me desculpa – disse ele sorrindo e me ajudando a pegar as sacolas, seu sorriso era lindo
- tudo bem, mas dá próxima vez olha mais por onde anda – disse revirando os olhos e pegando as sacolas que estavam em sua mão.
- é que eu estava distraído conversando com os meninos – disse ele apontando para mais dois amigos, eles também eram bonitos, mas não tanto quanto ele.
- tá – disse saindo, então sinto alguém me segurar pelos braços.
- espere – disse ele
- me solta, por favor – disse então ele me soltou e ficou me olhando.
- o que foi? Pq me chamou? – perguntei
- nada não, deixa - disse ele.
- ok então – disse já saindo, fui em direção a praça de alimentação, estava com fome, então fui no Mc Donald’s, pedi um big Mac, não demorou muito para achar uma mesa, logo me sentei, comecei a comer, então alguém se senta na mesma mesa que eu.
- você de novo ? – perguntei
- é, você é bonita – disse ele, então fiquei com vergonha.
- obrigada – disse
- qual é o seu nome ? – perguntou ele.
- não digo meu nome pra estranhos – disse
- tá bom, mas se eu disser o meu pra você, você me diz o seu ? – perguntou ele, então eu terminei de comer o hambúrguer, e comecei a comer as batatas
- quem sabe – disse sorrindo
- tá, meu nome é Bruno – disse ele, - e o seu qual é ? – perguntou ele
- se eu disser você me deixa ? – perguntei
- sou tão chato assim ? – perguntou ele fazendo biquinho
- não, é que... só não gosto de conversar com estranhos assim sabe – disse
- entendi, então tá, se me falar seu face, eu te deixo em paz – disse ele
- ok, meu face tá Mariana Araújo – disse
- obrigada Mariana, se ver um tal de Bruno Aguiar lhe pedindo solicitação sou eu ok – disse ele, então eu assenti, terminei de comer as batatas, o Bruno já havia saído de lá, logo que comi fui embora, guardei as bolsas no carro, e sai, fui direto pra casa, cheguei lá, e minha tia estava perto do telefone.
- Mari ? – chamou ela
- oi tia – disse
- onde está o Vitor ? – perguntou ela
- tá na casa do Carlos – disse
- ah é, verdade  eles se reuniram lá, mas você não ia – perguntou ela
- eu fui, mas eu queria fazer umas comprinhas, então o Vitor me emprestou o carro para ir – menti, então eu mostrei pra ela o que comprei, e ela amou tudo.
- então, sabe o Carlos ? – perguntou ela, então eu assenti com a cabeça
- ele ligou dizendo pra você ir buscar o Vitor- disse ela
- aaah sim, só vou deixar minhas coisas no quarto, e já estou indo – disse, então ela assentiu
- Mari, eu vou viajar por duas semanas, tudo bem pra você ? – perguntou ela
- ta, de boa tia, mas quando vai ? – perguntei
- amanhã cedinho, vou com o Edgar ( seu namorado) – disse ela
- aah que legal tia, vão pra onde ? – perguntei
-  vamos para fortaleza – disse ela animada
- aah que legal tia, aproveita lá viu – disse
- Mari, se eu não voltar até as 8H. hoje, é pq eu vou dormir na casa do Edgar, ok ? – perguntou ela já saindo, eu apenas assenti com a cabeça, então subi direto para meu quarto, não me preocupo muito em ir buscar o Vitor, arrumei minhas coisas novas no armário, desci, peguei as chaves do carro, então o telefone tocou.
- alô – disse
- Mari ? – perguntou, era o Carlos, tinha certeza.
- sou eu, quem está falando ? – perguntei
- é o Carlos, não sei se viu... – então nem o deixei terminar
- vi sim, eu já estou indo pra sua casa – disse já desligando o telefone, a Gi havia me falado para não ser assim, mas eu não consigo, e também acho que isso não vai interferir em nada para ele parar ou não de beber. Entrei no carro, fui direto pra casa dele, apenas buzinei, então o Carlos abriu a porta, e meu coração gelou, eu não sabia como trata-lo.
- oi – disse ele
- oi – respondi sem olhar para ele
- me desculpa pelo o que fiz hoje, eu vou parar com esse vicio, eu pedi a ajuda do Marcelo até, por favor, me perdoe, se não quiser continuar comigo, eu vou entender, mas quero seu perdão, e que sejamos amigos, e aos poucos eu vou tentando te reconquistar – disse ele pela janela do carro, então eu desliguei o carro, desci, tranquei o carro, e fui falar com ele.
- não vou terminar com você por algo que aconteceu apenas uma vez, pode ter sido um deslize, ou qualquer coisa do tipo, mas se isso acontecer novamente, nós dois acaba, ok ?  - disse, ele apenas assentiu com a cabeça, então começou a me dar selinhos, entre eles ele dizia

- eu-te-ado-ro – disse ele, então Vitor nos interrompeu.

domingo, 18 de agosto de 2013

TRECHO DO CAP. 09

- olha linda, o Marcelo foi conversar com ele, ele sempre segue os conselhos que o Marcelo dá a ele, menos de parar de beber, todo final de semana praticamente ele bebe – disse ela, então eu fiquei horririzada, pq o Vitor não me disse isso.
- você está mentindo, pq o Vitor diria isso pra mim – disse
- não, pq o Vitor quem o levou para o mal caminho, o Vitor quem o ensinou a ser assim, vai lá e vê o estado do Vitor agora – disse ela
- não, obrigada, eu só quero ir embora – disse
- você vai,, mas assim, se o Carlos te pedi perdão o perdoe, ele jaja fica bem, e certeza que ele vai até a sua casa para lhe pedi perdão, não seja grossa com ele, não largue dele por causa disso, ele precisa de alguém que o faça mudar, e esse alguém pode ser você, então não desista dele – disse ela vindo me abraçar, eu estava já chorando demais, então eu a abracei, ela pegou as chaves do carro de Vitor e deu pra mim.

- você sabe dirigir né ? – perguntou ela, e meu pai havia me ensinado a dirigir ano passado.