terça-feira, 26 de novembro de 2013

2º Cap. de Amor imprevisível ( 2ª temp.)

- vamos amor, vou te levar no medico – disse
- não – disse ela abaixando a cabeça
- por que amor ? vai ser melhor – disse acariciando seus cabelos
- pq eu tenho medo daquele teste estar errado – disse ela e lagrimas começaram a cair de seu rosto.
- mas você não quer ter um filho comigo ? – perguntei tentando distraí-la um pouco, sei que é cedo, mas não queria vê-la daquela maneira
- quero, mas não agora – disse ela
- mas vamos confiar no teste princesa, eu vou ligar pra um médico que sempre me atendeu e vou marcar uma hora com ele e vou te levar ok ? – perguntei beijando sua testa e ela assentiu, com receio, mas ela concordou.
- ele só vai poder te atender as 3H30, vou ficar aqui com você até na hora de ir lá, ok ? – perguntei e ela assentiu novamente
- obrigada amor – disse ela me beijando, ficamos deitados em sua cama, eu ficava acariciando seus cabelos e a beijando, ela estava muito fraca, sua cara estava muito pálida, eu cheguei a ficar com medo, mas não queria demonstrar isso a ela, isso só iria piora, quando deu 2H30 ela foi se arrumar, ela pediu para eu ficar lá em baixo esperando –a, eu fiz isso, mas já era 3H10 e nada dela descer, então eu fui em seu quarto novamente, e ela estava trancada no banheiro.
- amoor ? – chamei por ela, ela demorou um pouco, mas respondeu, disse que estava apenas escovando os dentes e que já iria sair, realmente, não demorou muito para sair, assim que saiu fomos para o escritório do médico, ele pediu para ela fazer um monte de exames, ela fez, demorou algumas horas para sair o resultado, o exame de sangue não acusou nada dela estar grávida, quando ficamos sabendo dessa noticia ficamos mais aliviados.
- mas se não é filho, porque estou assim Doutor ? – perguntou ela
- pode ser ansiedade, ou nervoso, coisas assim, você passou por algo do tipo esses dias ? – perguntou o Doutor.
- sim – respondi por ela
- então, pode ser por isso – disse ele e ela já ficou mais aliviada, ele disse que ela deveria continuar comendo normalmente, e tomar um remédio que ele indicou, e só, fomos para a minha casa, pois não queria deixá-la sozinha na sua.
- quer comer algo ? – perguntei enquanto nos deitávamos
- não - disse ela
- te amo – disse olhando em seus olhos
- também te amo meu lindo – disse ela, então eu a beijei, ficamos ali deitados conversando, as vezes nos beijamos, ela estava com medo de comer alguma coisa e passar mal novamente, eu insistia para ela comer.
- só uma bolachinha amor – insistia
- não amor, serio – disse ela
- que menina teimosaaaa – disse a beijando e ela sorriu
- também te amo meu amor – disse ela sorrindo e logo depois me beijou, continuamos deitados, e de repente o silêncio tomou conta de nós, ficamos assim por alguns minutos, quando fui olhar para o lado ela estava dormindo, olhei para o relógio e já estava na hora dela tomar remédio, eu estava com fome, então resolvi deixá-la lá dormindo um pouco, desci e fui comer algo, depois que comi peguei o remédio que o receitou para ela e um copo D’água e subi para dar a ela.
- amoor -  disse passando minha mão direita em seus cabelos loiros, logo ela abriu os olhos, um pouco sonolenta.
- oie – disse ela com uma voz de sono, estava linda.
- ta na hora de tomar o remédio princesa – disse pegando o remédio e o copo com água e entregando a ela, logo ela tomou.
- ta se sentindo melhor meu anjo ? – perguntei e ela assentiu sorrindo
- não ta com fome ? – perguntei
- um pouco, mas estou com medo de passar mal de novo – disse ela
- não vai amor, confie em mim – disse enchendo-a de selinhos, fomos comer, ele comeu super pouquinho, mas pelo menos comeu, sua cor foi voltando aos poucos.
- algumas horas depois –
- ta melhor amor ? – perguntei
- uhuum, obrigada meu lindo – disse ela me beijando
- ta mais animada ? – perguntei
- uhuum, pq ? – perguntou ela
- vamos sair, quero te levar para sair, esfriar a cabeça – disse a beijando e ela sorriu
- mas eu não tenho roupa aqui amor – disse ela me dando selinhos
- tudo bem, eu te levo para sua casa, volto me arrumo e te busco de novo, tudo bem ? – insisti, queria fazer com que ela esquecesse desses dias que ela ficou doente, preocupada, ela demorou um pouco, mas ela concordou em ir, eu queria levá-la ah um restaurante, ou cinema, qualquer coisa que a fizesse distrair, a levei para sua casa, então uma ideia brilhante veio em minha mente, na hora fiquei um pouco em dúvida se ela ia gostar, mas eu tinha que me arriscar né, então eu fui ao supermercado.
- narração de Mari –
Estávamos no horário livre e estava muito calor, eu já havia terminado de fazer todas as minhas tarefas, então resolvi ir para a piscina, lá encontrei com as meninas.
- já terminou tudo ? – perguntou a Lari espantada ao me ver
- uhum – disse sorrindo
- hmmm, já viram quem está ali ? – perguntou a Carla com uma carinha de safada, quando olho para atrás de mim era o Thiago.
- lembrei da onde te conheço – disse ele me olhando
- a é ? da onde então ? – perguntei e ele riu
- eu não preciso dizer, você sabe, afinal estava lá e me viu também – disse ele e um ódio me tomou conta, pelo modo com que ele estava falando comigo, mor metidinho
- afe, que ridículo – disse virando as costas para ele e mergulhando na piscina, fui até o meio da piscina, e quando subo para respirar...
- até aqui você me persegue? – perguntei irritada
- até onde sei todos que estudam aqui podem usa-la – disse ele
- pq me trata assim ? – perguntou ele
- assim como ? – perguntei
- seca, é muito amor por mim ? – perguntou ele rindo, mas novamente convencido
- não, longe disso, muito longe disso, aliás, é que eu não suporto meninos que se acham, ou seja, você querido – disse, logo virei e estava subindo as escadas para sair da piscina.
- vem cá – disse ele me puxando, ficamos nos encarando por um tempo, então aos pouco ele foi se aproximando de mim, quando ele foi me beijar eu me virei, e sai da piscina rindo
- jura que você acha que eu devo ser essas menininhas que é só puxar que já vai beijar ? que é fácil ? sonha vai lindinho – disse enquanto subia a escada rindo, ele ficou sem reação, e com raiva, dava para ver em seu rosto, fui para o meu quarto, tomei um banho e já coloquei pijama, logo escureceu, como a Gi não estava ali comigo eu resolvi trancar a porta do meu quarto, quando foi umas 21H30 (um pouco depois do horário de  voltar para o quarto ) percebi que estavam tentando abrir a porta do meu quarto, meu coração gelou, mas em seguida bateram na porta três vezes seguidas.
- quem é ? – perguntei antes de abrir
- é o inspetor,  está na hora de ver se estão todos nos seus devido quartos mesmo – disse ele, como havia ficado um tempo por fora, pensei que fosse verdade e que as meninas esqueceram de me avisar sobre esse detalhe, então eu abri a porta.
-estava com saudades princesa – disse ele me olhando, rapidamente eu tentei fechar a porta, mas não deu certo, ele é mais forte do que eu.
- não pode meninos no quarto de meninas – disse indo para trás, ele entrou e encostou a porta
- não me importo com isso, você é muito bobinha de cair nesse truque – disse ele rindo
- estava fora por uns dias, não se lembra ? – perguntei indo para trás, até que encosto na parede, e não tenho mais para onde ir, e ele continua se aproximando.
- é claro que lembro lindinha, como você está agora ? – perguntou ele
- bem, mas não me lembro de muita coisa – disse e isso aparentou ter sido um choque para ele
- não se lembra de mim então ? – perguntou sorrindo com certa malicia
- lembro, pois as meninas me ajudaram, e elas me contaram tudo – disse, então ele me puxou para perto de si e começou a beijar meu pescoço
- sai, sai de perto de mim – gritava, o empurrando com todas as minhas forças, então eu vejo a porta se abrir, ele se vira para trás e o Carlos estava entrando
- Carlos – sussurrei, já estava ficando rouca, então ele deu um soco na cara do Bruno, que na hora ele caiu, então corri para seus braços.
- obrigada, mesmo – disse o abraçando e começando a chorar, estava com medo dele me violentar ali
- se não quiser que chamemos a diretora é melhor se levantar e sair daqui agora – disse o Carlos com ele, e ele saiu
- eu ainda vou te pegar, você vai ver – disse ele, o Carlos ia dar outro soco nele mas eu o impedi
- deixa, isso pode piorar para você – disse
- você ta bem ? – perguntou ele e eu assenti
- cadê a Gi ? – perguntou ele
- ela não veio hoje, está doente – disse
- você deveria ter trancado a porta – disse ele
- mas eu fiz isso, só que ele falou que estava passando em todos os quartos, e que era inspetor, e como eu havia ficado fora por um tempo acabei acreditando – disse parando de chorar, então ele me abraçou.
- já passou, fica calma – disse ele beijando minha testa
- não quer que eu chame as meninas ? para dormirem aqui com você ? – perguntou ele
- não, elas devem estar dormindo agora, daria muito B.O. se você ficasse aqui comigo ? – perguntei com vergonha, mas estava com medo
- se trancar a porta e eu sair bem cedinho... não – disse ele
- então... fica ? – pedi o olhando e ele assentiu

- eu durmo na  cama da Gi certo ? – perguntou ele com uma carinha que me fez rir, e eu assenti, ele fechou a porta e foi dormir, demorei um pouco para dormir, mas quando dormir não acordei mais.

próximos posts *--*


roupa da Gi 



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

1º capito de Amor imprevisível ( 2ª temporada )

Não me contive e comecei a rir também, ficamos conversando por um bom tempo.
- vou dormir ta Gi  - disse e ela assentiu
- ok, vou terminar de mandar msg para o meu amor, e já vou me deitar também, boa noite Mari – disse ela
- boa noite – disse e ela sorriu, me virei para o canto e logo adormeci, logo pela manhã acordei e lembrei de um sonho que tive,  eu estava em uma escola com meus pais, e depois foi passando vários “flashes” de tudo o que aconteceu antes do acidente, me virei para o lado, mas Gi já havia levantado, me levantei também,  coloquei um vestidinho florido, fresquinho, escovei meu cabelo, arrumei minha cama e desci, a Gi estava na beira da piscina lendo, e os meninos na sala jogando vídeo game, eu peguei um pouco de suco para mim, e fui falar com a Gi.
- oi – disse
- oie – disse ela sorrindo
- ta tudo bem gi ? – perguntei
- ta sim, você ta bem ? – perguntou ela, eu fiquei pensando se falava que havia me lembrado de tudo.
- mari ? – chamou ela
- to sim – disse sorrindo e ela sorriu
- ta lendo o que ? – perguntei
- a culpa é das estrelas – disse ela, e então a campainha tocou, me levantei e fui atender, o Carlos foi ao mesmo tempo que eu
- desculpa – disse ele me olhando quando nossas mãos se relaram ao mesmo tempo para abrir a porta, ficamos frente a frente, ele olhava nos meus olhos profundamente, estávamos prestes a nos beijar, então a campainha toca de novo
- pode deixar que eu abro – disse sorrindo e dando um passo para trás então ele voltou a jogar, eu abri a porta e era a Lari, estava cheia de cadernos nas mãos.
- oi amiga – disse ela sorrindo
- oie larii – disse a cumprimentando, ela entrou, conversamos um pouco, e depois ela começou a me mostrar o que eu tinha que fazer, copiar, etc, as matérias em si eu tirei Xerox, foi mais fácil, já os exercícios do livro tive que fazer todos, foi bem entediante, as duas não me deixavam parar um minuto, quando deu umas 21H eu havia terminado, arrumei as coisas, meu material e minha bolsa para voltar a escola amanhã, descemos e aproveitamos que os meninos foram comer para podermos ver novela, quando eles voltaram reclamaram, mas não deixamos eles mudarem para o jogo, logo as meninas foram embora, então eu subi, me troquei e fui deitar, pois no dia seguinte teria que levantar cedo, quando me deitei dei falta do meu celular, então desci para procurá-lo , fui na sala e o Carlos com o Vitor estavam lá vendo filme e conversando.
- oi Mari – disse o Vitor
- oi, vocês viram meu celular por aqui ? – perguntei
- é esse ? – perguntou o Carlos pegando –o de cima da mesinha
- é sim, obrigada – disse sorrindo
- não quer ficar aqui e terminar de ver o filme com a gente ? – perguntou o Vitor
- não, deixa pra próxima, obrigada – disse saindo da sala, foi para a cozinha e peguei um pouco de água e subi para o meu quarto, me deitei e logo adormeci, acordei 5H da manhã e não conseguia dormir mais, então eu fui rever o meu material e minha mala que ia levar para a escola, desci, arrumei meu café da manhã para tomar, então escuto passos  na escada, achei que fosse minha tia.
- bom dia prima – disse o Vitor dando um beijo em minha testa, ele estava totalmente diferente de antes.
- bom dia primo – disse sorrindo, logo Carlos chegou na cozinha
- dormiu aqui ? – perguntei e ele assentiu com a cabeça
- pq acordou tão cedo ? – perguntou o Vitor se sentando na mesa e comendo algumas bolachas
- perdi o sono, e vocês ? – perguntei
- bom, eu já acostumei, e como eu acordei não ia deixa-lo dormir até as 6H né – disse o Vitor rindo e eu ri também.
- bom, já terminei, vou me arrumar – disse subindo
- o Mari – disse o Vitor me chamando
- oi – respondi já na escada
- quer que eu te leve na escola ?  vou levar o Carlos também, daí já te levo – disse ele
- aah, tudo bem – disse sorrindo – obrigada – agradeci e ele voltou a tomar seu café com o Carlos.
Estava no meu quarto me arrumando para ir, quando estava pronta e meu celular começou a tocar ,era o numero da Gi
- oie Gi  -disse
- vai pra escola ? – perguntou ela
- vou sim, pq ? – perguntei
- nada não, acho que não vou hoje – disse ela
- pq gi ? – perguntei
- não estou me sentindo muito bem, estou com muita tontura e um pouco de ânsia – disse ela, será que ela estava grávida ?
- nossa amiga, você não está grávida ? – perguntei preocupada com ela
- não amiga, nós nos prevenimos né, sempre, e eu também já fiz um teste ontem quando cheguei da sua casa, mas deu negativo – disse ela e eu me aliviei
- aah sim, mas melhoras então amiga – disse
- obrigada – disse ela desligando o telefone, então o Carlos bateu em minha porta e eu abri
- oi – disse
- o Vitor pediu para te avisar que ele só vai terminar de se arrumar e já ta indo – disse ele
- ah ok, já vou descer, obrigada – disse
- quer ajuda com a mala ? – perguntou ele
- por favor – disse sorrindo, ele entrou no meu quarto e pegou a mala, e  rapidamente saiu, eu só passei  um batom e perfume e já desci, quando cheguei no carro o Vitor já estava lá, entrei no carro e ele nos levou direto para a escola, eu peguei minha mala e o Carlos a dele, ele me ajudou a levar a minha, quando cheguei lá as meninas já haviam guardado suas coisas no quarto, elas estavam conversando com um menino, então resolvi não atrapalha, fui para o meu quarto e arrumei novamente minhas coisas, o quarto estava tão ruim sem a Gi lá, ficava tão sem vida, sei la, era estranho, o sinal bateu e eu fui direto para a sala, lá encontrei com as meninas o tal menino que elas estavam conversando, quando ele se virou para me cumprimentar, na hora lembrei de seu rosto, era o filho do Dr.
- então, este é o Thiago – disse a Carla
- eu já te conheço, não me lembro de onde, mas eu me lembro do seu rosto – disse ele me encarando
- bom, eu não estou lembrada de você, desculpe – disse me sentando, logo a professora entrou e já começou a passar matéria.
- narração de Marcelo-
Eu estava muito preocupado com a Gi, não conseguia prestar atenção no que os professores estavam explicando, só conseguia pensar nela, ela não respondia minhas mensagens mais, isso estava me deixando mais e mais preocupado, eu não aguentei, então sai da aula, peguei meu carro e fui para sua casa, cheguei lá toquei a campainha, ninguém atendeu, então eu a toquei de novo, e nada, seria que não tinha ninguém na casa ? eu tentei abrir a porta, e estava aberta.
- Gii ? – chamei por ela
- amooor ? – insisti, mas ninguém respondeu, eu fechei a porta e fui em seu quarto, bati levemente na porta, mas ninguém atendeu novamente, então eu fui abrindo devagar e ela estava lá, deitada, por um momento eu achei que ela estava desmaiada, até que ela se mexeu, eu entrei, fechei a porta e me sentei ao seu lado, comecei a acariciar seus cabelos.
- amor ? – perguntou ela um pouco sonolenta
- estou aqui, pode dormir – disse
- não – disse ela se levantando rapidamente e indo para o banheiro, quando fui atrás dela ela se trancou
- amor, o que esta acontecendo ? – perguntei e ela não respondeu, fiquei preocupado
- amoor ? – insisti
- estou bem – disse ela, alguns minutos depois ela sai do banheiro
- você não está bem amor, está pálida – disse tocando em seu rosto e olhando diretamente em seus olhos.

- eu não sei o que está acontecendo comigo, mesmo, estou preocupada, com medo, não me deixe, por favor - disse ela com lágrimas em seus olhos e me abraçando

domingo, 24 de novembro de 2013

trechinhooo

- amooor ? – insisti, mas ninguém respondeu, eu fechei a porta e fui em seu quarto, bati levemente na porta, mas ninguém atendeu novamente, então eu fui abrindo devagar e ela estava lá, deitada, por um momento eu achei que ela estava desmaiada, até que ela se mexeu, eu entrei, fechei a porta e me sentei ao seu lado, comecei a acariciar seus cabelos.
- amor ? – perguntou ela um pouco sonolenta
- estou aqui, pode dormir – disse
- não – disse ela se levantando rapidamente e indo para o banheiro, quando fui atrás dela ela se trancou
- amor, o que esta acontecendo ? – perguntei e ela não respondeu, fiquei preocupado
- amoor ? – insisti
- estou bem – disse ela, alguns minutos depois ela sai do banheiro
- você não está bem amor, está pálida – disse tocando em seu rosto e olhando diretamente em seus olhos.
- eu não sei o que está acontecendo comigo, mesmo, estou preocupada, com medo, não me deixe, por favor - disse ela com lágrimas em seus olhos e me abraçando

terça-feira, 19 de novembro de 2013

cap 30 de Amor imprevisível

- nossa, muito obrigada meninas – disse as abraçando novamente
- posso falar com você ? – perguntou o Carlos
- claro – disse e as meninas sorriram, elas saíram do meu lado e nos deixaram a sós
- como você está ? – perguntou ele
- to bem – disse sorrindo
- e você ? – perguntei
- to bem, mas sinto sua falta – disse ele mexendo em meus cabelos, e eu baixei a cabeça.
- não sei o que dizer – sussurrei
- vamos recomeçar ? me dê uma chance, por favor – disse ele chegando cada vez mais perto.
- deixa eu pensar, ok ? – perguntei
- tudo bem – disse ele
- obrigada – disse, ele sorriu e me abraçou, mas não foi qualquer abraço, foi um abraço demorado, com carinho, seu perfume era muito bom, então fomo interrompidos.
- Marii – gritaram meu nome
- estão te chamando, vai lá – disse ele e eu fui, mas antes de ir dei um selinho nele.
- que foooi – disse
- o Vitor está te procurando – disse a Lari ( estavam todos do lado de fora da casa, na piscina )
- onde ele está ? – perguntei
- acho que foi deitar – disse ela
- ok, vou procura-lo – disse, então eu entrei, era tão bom estar ali com eles, mesmo não me lembrando totalmente de todos, e nem de todos os momento, eu subi, fui para o quarto do Vitor, mas não lembrava qual era, deduzi que era um dos últimos, então bati na porta e a abri, e realmente era o dele.
- Mari – sussurrou ele
- falaram que você estava me procurando – disse
- é, queria te pedir desculpas pelo o que aconteceu com você, no dia, por tudo sabe, eu realmente estou mudando, estava na clinica até ontem, e agora vou começar a ir 2 vezes na semana, mas antes queria o seu perdão – disse ele
- tud.... – eu comecei a ver tudo rodando, e depois tudo preto.
Eu estava em um supermercado com 3 meninas, ele estava lotado, estávamos brincando, dando muita risada, o que eu estava fazendo ali ? estávamos brincando muito, fazendo varia zueiras, então um menino lindo surge e começa a falar com uma das meninas, e de repente eu estou em uma boate, em uma festa, não consigo distinguir, apenas estou beijando um menino, ele era igual ao Carlos, quando paro de beijá-lo, olho em seus olhos e era o Carlos.
- Mari, acorda, Mari – dizia uma voz, mas não sabia da onde estava vindo essa voz
- aaah – gritei, foi ai que acordei
- o que aconteceu ? – perguntei me levantando
- você veio aqui falar comigo, e desmaiou – disse o Vitor
- aah, e ele ? – perguntei olhando para o Carlos
- eu o chamei, não queria preocupar a Rosana, muito menos suas amigas, então ele veio me ajudar – disse ele
- aah sim, fiquei quanto tempo desmaiada ? – perguntei
- uns 5 minutos – disse o Vitor
- aah sim, bom, deixa eu voltar lá pra baixo antes que sintam minha falta e comecem a procurar por mim – disse
- ok, mas você me desculpa ? – perguntou o Vitor
- tudo bem Vi, sei que não fez por mal – disse me levantando de sua cama e dando um beijo em seu rosto
- vou descer com ela, qualquer coisa chama ta ? – disse o Carlos para o
Vitor e ele assentiu com a cabeça
- narração de Gi –
Estava na beira da piscina com o Marcelo, estávamos abraçados e com os pés na água, estávamos quietos, apenas nos beijávamos.
- ta chato isso né ? – perguntou ele colocando seus lábios em meu pescoço
- ta chato ficar aqui comigo ? – perguntei virando meu rosto para ele
- não né amor, apenas esse silencio, é estranho – disse ele me dando vários selinhos
- ah, ai sim – disse
- amor ? – disse ele
- oi – disse
- já parou para pensar em nós no futuro ? – perguntou ele
- algumas vezes, pq ? – perguntei
- estava aqui pensando agora, no nosso casamento, filhos, casa, tudo – disse ele
- é ? – perguntei e ele assentiu sorrindo
- e como você imagina nosso casamento ? – perguntei olhando para o céu que já estava todo estralado, lindo
- na praia, apenas para familiares e amigos bem íntimos, você de branco, sandália, com um saltinho bem pequeno, o buque com rosas brancas e algumas azul turquesa – disse ele e eu sorri
- só ? – perguntei me virando pra ele
- é – disse ele
- mas e você ? e os convidados ? – perguntei
- bom, eu vou estar de terno branco com uma rosa amarela no bolso do terno a gravata seria azul, mas um azul claro, delicado, já os convidados eu não sei – disse ele
- huuum que lindo – disse o beijando
- e a nossa casa ? – perguntei
- não sei como vai ser, mas eu quero que seja grande, vou deixar você escolher – disse ele.
- e nosso filho ? – perguntei
- filho ? – perguntou ele e eu me assustei.
- é, você não vai querer ter ? – perguntei
- vou né amor, mas não um apenas, quero um monte – disse ele rindo e eu ri também
- o primeiro filho quero que seja uma menina, loirinha, branquinha, olhos claros, com  sua personalidade, vai ser linda – disse ele e eu me emocionei, então ele me abraçou, e depois ficamos ali nos beijando e continuamos falando sobre o nosso futuro, entramos em mais detalhes da casa, família, e essas coisas.
- narração de Mari –
Eu sai do quarto do meu primo e o Carlos veio atrás de mim, ele não saia do meu pé mais, não me deixava em paz, ficava o tempo todo do meu lado, ou então, estava sempre me secando, isso já estava me irritando.
- ai está você – disse puxando a Lari para uma conversa
- e ai, como você está ? – perguntei
- to bem, e você ? – perguntou ela sorrindo
- to bem – disse sorrindo
- e o Caio ? – perguntei
- foi só fogo de palha, só ilusão – disse ela rindo
- nossa, então tá né – disse rindo
- mas ele não te fez sofre não né ? – perguntei
- não, ele foi sincero comigo – disse ela sorrindo
- ah sim, menos mal – disse olhando para o lado
- e você com o Carlos ? – perguntou ela
- só amizade mesmo amiga, pelo menos por enquanto – disse
- aah ok, olha, tem muuita matéria para copiar, sem querer te desanimar – disse ela rindo e eu ri
- você me empresta os cadernos ? – perguntei
- lógico, amanhã eu te empresto – disse ela
- obrigada Lari – disse me levantando e indo pegar alguns salgadinhos para comer, peguei algumas coxinhas e um pouco de refri, e fiquei comendo ali mesmo.
- Maah – disse a Carla e a Lari vindo em minha direção
- oie – disse as olhando
- estamos indo – disseram
- mas já ? – perguntei, queria que ficassem mais
- é, está tarde – disseram elas e eu olhei no relógio, realmente já estava ficando tarde, já era umas 23H30.
- então ta né – disse abaixando  a cabeça, e as abraçando
- melhoras viu Mari, até amanha – disseram elas
- obrigada lindas, até, Lari, não esquece de trazer o caderno, por favor – disse
- ok – disse ela sorrindo, e eu voltei para o meu salgado, terminei, fui juntar a bagunça, era pouca, mas não queria deixar as coisas para minha tia arrumar, o Vitor já havia ido deitar, o Carlos também, ele ia dormir lá, a Gi e o Marcelo estavam na beira da piscina, não quis  interromper, então fui para o meu quarto, tomei banho  e me deitei, não conseguia dormir, então peguei meu note e fiquei no face, minha mãe veio falar comigo, perguntando se estava tudo bem, eu disse que estava né, pois ela não sabia do acidente, e queria poupa-la disso, ela também me perguntou o pq de não atender seus telefonemas, eu falei que era por causa dos estudos, estava muito puxado, logo ela se despediu, e saiu, eu desliguei meu not, e escuto baterem em minha porta, levantei, coloquei um roupão e fui ver quem era.
- oie gi – disse
- oi, então Mah... –posso dormir aqui ? – perguntou ela tímida
- pode, lógico – disse
- é que... – disse ela
- não precisa se explicar, apenas entre – disse a puxando para dentro do quarto, eu emprestei um pijama meu para ela, ela foi se trocar, enquanto se trocava eu fui pegar água, pois estava morrendo de sede, estava bebendo água e comecei a sentir tontura, e só escuto o barulho do copo se quebrando no chão, então eu baixei minha cabeça, automaticamente meus olhos se fecharam, e veio varias lembranças a tona, em minha cabeça, lembrei do Carlos, Bruno, de todos, acho que minha memória voltou, e depois tudo apagou, acordei estava nos braços do Carlos.
- o que houve ? – perguntei me levantando
- não sei, acho que desmaiou de novo – disse ele com uma cara de preocupado
- nossa, não conta pra ninguém, por favor, isso vai passar, acho que é normal por causa da perda da memória – disse
- tudo bem, não vou contar, mas se acontecer novamente eu conto – disse ele e eu assenti.
- bom, deixa eu juntar isso daqui – disse pegando a vassoura, mas ele a tomou da minha mão
- não, pode subir, eu arrumo isso daqui – disse ele, ficamos tão próximos, queria tanto beija-lo, mas eu sai.
- certeza que não quer ajuda ? – perguntei
- tenho, você precisa descansar, pode subir, eu cuido disso – disse ele e eu assenti
- ok, obrigada viu – disse dando um beijo no canto da sua boca, e ele sorriu, subi, fui direto para o meu quarto, e a Gi estava deitada mexendo no celular, eu entrei fechei a porta e me deitei.
- e ai, e as novidades da escola ? – perguntei
- acho que não tem nenhuma, só matéria nova – disse ela pensativa
- certeza ? – perguntei
- não, verdade, entrou um menino novo na escola, lindo, você precisa ver – disse ela rindo.
- hmmm. Sério ? – perguntei e ela assentiu
- todas as meninas ficaram babando nele – disse ela e eu ri
- até você dona Gisele ? – perguntei rindo

- não...aah... mais ou menos vai – disse ela rindo demais .

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

trechoo

- ta chato isso né ? – perguntou ele colocando seus lábios em meu pescoço
- ta chato ficar aqui comigo ? – perguntei virando meu rosto para ele
- não né amor, apenas esse silencio, é estranho – disse ele me dando vários selinhos
- ah, ai sim – disse
- amor ? – disse ele
- oi – disse
- já parou para pensar em nós no futuro ? – perguntou ele
- algumas vezes, pq ? – perguntei
- estava aqui pensando agora, no nosso casamento, filhos, casa, tudo – disse ele
- é ? – perguntei e ele assentiu sorrindo
- e como você imagina nosso casamento ? – perguntei olhando para o céu que já estava todo estralado, lindo
- na praia, apenas para familiares e amigos bem íntimos, você de branco, sandália, com um saltinho bem pequeno, o buque com rosas brancas e algumas azul turquesa – disse ele e eu sorri
- só ? – perguntei me virando pra ele
- é – disse ele
- mas e você ? e os convidados ? – perguntei
- bom, eu vou estar de terno branco com uma rosa amarela no bolso do terno a gravata seria azul, mas um azul claro, delicado, já os convidados eu não sei – disse ele
- huuum que lindo – disse o beijando
- e a nossa casa ? – perguntei
- não sei como vai ser, mas eu quero que seja grande, vou deixar você escolher – disse ele.
- e nosso filho ? – perguntei
- filho ? – perguntou ele e eu me assustei.
- é, você não vai querer ter ? – perguntei
- vou né amor, mas não um apenas, quero um monte – disse ele rindo e eu ri também

- o primeiro filho quero que seja uma menina, loirinha, branquinha, olhos claros, com  sua personalidade, vai ser linda – disse ele e eu me emocionei, então ele me abraçou, e depois ficamos ali nos beijando e continuamos falando sobre o nosso futuro, entramos em mais detalhes da casa, família, e essas coisas.

cap. 29 de Amor imprevisivel

- Thiago, sem camisa de novo ? – perguntou o Dr. Irritado, eu não conseguia tirar os olhos daquele menino lindo, ele não tinha olho claro, nem cabelos loiros, mas eu me encantei por ele, sua carinha de criança e sua voz de homem fizeram me derreter por ele, não conseguia tirar os olhos, seu corpo era lindo.
- ai pai, ta calor, a diretora daquela escola mandou isso p assinar para eu poder estudar lá – disse ele com aquela voz de homem
- tá, deixa no meu escritório que depois eu assino – disse o Dr. e ele saiu, sem mais nem menos, ai, queria vê-lo de novo, falar com ele, mas acho que seria impossível, então o Dr. se virou novamente para mim.
- desculpa, meu filho, onde parei mesmo ? – perguntou ele
- eu já entendi, não precisa explica, vou ficar – disse sorrindo, ele apenas sorriu, e saiu da sala.
- 1 dia antes da Mari sair do hospital –
-narração da Gi –
- acho que devíamos preparar algo para quando ela chegar – sugeri
- eu concordo, mas não sei se ela vai querer me ver lá – disse o Carlos
- é lógico que ela vai, ela vai querer ver todos – disse a Lari
- a Lari ta certa – disse, estávamos na sala conversando enquanto esperávamos a prof., quando vimos um aluno novo, muito lindo, cabelo com topete, um sorriso lindo, e logo entrou a prof.
- bom dia, temos um aluno, pode se apresentar, por favor ? – pediu ela, e as meninas ficaram babando, mas com razão, eu sei que tenho namorado, e o amo muito, mas ele é bem bonito.
- claro professora – disse ele
- bom, meu nome é Thiago, tenho 15 anos, daqui 1 mês mais ou menos completo 16 – disse ele
- ok, obrigada e seja bem-vindo – disse a professora sorrindo, ele se sentou atrás de mim, bem onde a Mari sentava, me deu uma dor no coração.
- meninas, hey – disse o Carlos tentando chamar nossa atenção, que estava voltada toda para o aluno novo.
- e ai, vão ou não fazer a tal festinha pra Mari ? – perguntou ele
- é lógico, e você vai né ? – perguntei
- vou, quero vê-la, estou com saudades dela – disse
- ok então, no horário livre eu ligo para a tia dela para avisar – disse
O Marcelo estava indo na escola todos os dias depois da faculdade me visitar, para saber como estava, por causa da Mari, ele também me trazia noticias.
- oi amor – disse o vendo sentado na sala
- oi minha princesa – disse ele me dando um selinho
- foi ver a Mari hoje ? – perguntei
- não, mas fui ver o Vitor – disse ele
- e como ele está ? – perguntei
- diz ele que já não sente mais vontade de beber, mas vamos ver né – disse ele me olhando
- quando ele sai ? – perguntei
- hoje as 18H eu combinei de ir busca-lo – disse ele me olhando
- aah legal amor, mas ele vai continuar indo se tratar né ? – perguntei e ele assentiu, meu celular começou a tocar, era o numero da tia da Mari.
- a tia da Mari, só um minuto amor, já venho – disse me levantando indo atender o celular
- alo – disse
- oi, é a gi ? – perguntou ela, eu disse que era, então ela me falou que a Mari chegaria amanhã, a noite, e eu a avisei sobre a festinha que estava querendo organizar para sua chegada, ela deixou, desde que não convidasse muitas pessoas, era só os mais chegados mesmo, voltei, conversei com o Marcelo, pedi para ele me ajudar a organizar, ele topou, comprou tudo o que pedi, e logo depois da ultima aula fomos dispensados para nossas casas, eu fui para a casa da Mari terminar de organizar as coisas para sua chegada, queria que tudo desse certo, não via a hora de vê – la novamente, terminei de arrumar lá e fui para a minha casa, deitei e dormir
- no dia seguinte –
Acordei com minha mãe me chamando, que as meninas ligaram e já estavam na casa da Mari, que era para eu ir logo, me arrumei rapidamente e fui, meu pai me levou. Cheguei lá e as meninas já estavam terminando de arrumar.
- tem que pegar os salgados as 16H viu Maah – disse a Lari
- ok, amor, você pega o salgado as 16H ? por favor – pedi pra ele
- lógico meu amor – disse ele me dando um selinho, quando deu quatro horas o Marcelo com o Vitor foram buscar os salgadinhos.
- narração de Mari –
- está liberada Mariana – disse o Dr.
- ufa – disse sorrindo e ele riu, e eu nunca mais vi seu filho, mas isso não me importava mais.
- vamos ? – perguntou minha tia
- rápido, não aguento mais ficar nesse quarto trancada – disse, quando saímos fomos direto para o carro, minha tia me levou direto para sua casa, eu achei estranho nenhuma das meninas terem vindo, fiquei um pouco chateada, mas fazer o que né, quando chegamos minha tia estacionou o carro, e eu desci, mas estava esperando ela descer, mas parecia que ela estava enrolando.
- pode ir entrando Mari, eu ainda tenho que pegar algumas coisas no carro – disse ela
- não vai precisar de ajuda ? – perguntei

- não, obrigada – disse ela forçando um sorriso, ela estava escondendo algo, mas eu apenas entrei, quando abri a porta todos gritaram meu nome, eu me emocionei, e não contive, lagrimas caíram do meu olho, as meninas vieram me abraçar, todas juntas, foi muito lindo, me emocionei bastante, logo depois delas o Carlos veio me abraçar, seu abraço era tão confortável, muito bom.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

cap. 28 de Amor imprevisível

 - não vai entrar Carlos ? – perguntou sua tia
- vou – disse e dei um passo a frente, quando entrei no quarto eu comecei a chorar de tanta emoção, eu corri até ela e a abracei muito, mas quando fui beija-la
- quem é você ? – perguntou ela
- essa é a noticia ruim, ela bateu a cabeça muito forte no vidro, e provavelmente ficará uns 3 dias no máximo sem memória, e peço que não façam com que ela force para lembrar, por favor – disse o doutor
- tudo bem – disse sua tia
- então, de alguns familiares ela lembra, mas vagamente – continuou o doutor, eu me aproximei dela e sorri, e ela forçou um sorriso.
- qual seu nome ? – perguntou ela sorrindo
- Carlos –disse
- de onde nos conhecemos ? – perguntou ela
- te conheci na casa do seu primo, aqui em MG mesmo, mas estudamos na mesma escola também – disse
- aah sim – disse ela sorrindo e eu sorri
- oi Mari – disse sua tia
- Ooi tia – disse ela
- lembra de mim ? – perguntou sua tia
- vagamente, mas lembro – disse ela, então sua tia riu
- vou deixa-las sozinhas para conversar – disse saindo da sala ... – depois volto viu Mah – disse fechando a porta, havia alguns banquinhos do lado de fora da sala, eu fiquei muito feliz ao vê-la bem, mas triste ao saber que ela não se lembra de mim, que lembrará apenas em 3 dias, e que ela ainda terá que ficar mais um tempo nesse hospital, isso me machuca tanto.
- narração de Mari –
- então ele é meu namorado ? – perguntei para minha tia e ela assentiu
- tia, eu não quero magoá-lo, mas eu queria recomeçar, já que não lembro mais de nada, poderia deixar eu falar com ele, por favor ? – pedi a ela
- tudo bem querida, só quero que não se estresse, ta bom ? – disse ela
- ok tia – disse sorrindo, minha tia saiu da sala e foi chamar o Carlos, 5 minutos depois ele entrou
- oi – disse ele sorrindo
- oi – disse sorrindo, seu sorriso era muito perfeito
- sua tia disse que queria conversar comigo – disse ele ficando tenso, dava para perceber em seu olhar.
- é, eu quero – disse abaixando a cabeça não sabendo como começar
- pode falar – disse ele se aproximando e pegando minha mão, eu olhei diretamente para seus olhos que estavam cheios de lágrimas.
- acho que não quero mais continuar, quem sabe quando voltar minha memória não podemos voltar, mas agora está tudo confuso pra mim, eu mal sei quem sou direito, apenas quero  recomeçar, do zero – disse, então vi suas lágrimas finalmente escorrerem, deu uma dor em meu coração, não pude me conter e caíram lágrimas dos meus olhos tbm
- desculpa – sussurrei olhando para o chão
- podemos ser amigos pelo menos ? – perguntou ele
- claro – disse limpando as lágrima e forçando um sorriso.
- bom, eu vou para a escola agora, melhoras viu princesa – disse ele dando um beijo em minha testa e indo em direção da porta, eu fechei meus olhos e acabei adormecendo.
Eu estava em um carro, mas não só eu, havia mais duas meninas no banco de trás comigo, eu estava no meio, procurando a outra parte do cinto, quando ouvi um barulho muito alto de buzina, e logo depois ficou tudo branco, eu acordei assustada, estava no hospital, olhei para o lado e minha tia estava dormindo, então fechei os olhos e voltei a dormir, no dia seguinte fiz um monte de exames.
- semana que vem você estará liberada – disse o Dr. Téo
- só ? pq não hoje ? – perguntei, eu não aguentava mais ficar ali, aquilo me dava uma angústia enorme, as meninas vinham todos os dias no horário livre, adorava vê-las, o Carlos não veio mais, mas eu também não perguntava dele para elas.
- sim, pois... – então chega um menino lindo