sexta-feira, 15 de novembro de 2013

cap. 29 de Amor imprevisivel

- Thiago, sem camisa de novo ? – perguntou o Dr. Irritado, eu não conseguia tirar os olhos daquele menino lindo, ele não tinha olho claro, nem cabelos loiros, mas eu me encantei por ele, sua carinha de criança e sua voz de homem fizeram me derreter por ele, não conseguia tirar os olhos, seu corpo era lindo.
- ai pai, ta calor, a diretora daquela escola mandou isso p assinar para eu poder estudar lá – disse ele com aquela voz de homem
- tá, deixa no meu escritório que depois eu assino – disse o Dr. e ele saiu, sem mais nem menos, ai, queria vê-lo de novo, falar com ele, mas acho que seria impossível, então o Dr. se virou novamente para mim.
- desculpa, meu filho, onde parei mesmo ? – perguntou ele
- eu já entendi, não precisa explica, vou ficar – disse sorrindo, ele apenas sorriu, e saiu da sala.
- 1 dia antes da Mari sair do hospital –
-narração da Gi –
- acho que devíamos preparar algo para quando ela chegar – sugeri
- eu concordo, mas não sei se ela vai querer me ver lá – disse o Carlos
- é lógico que ela vai, ela vai querer ver todos – disse a Lari
- a Lari ta certa – disse, estávamos na sala conversando enquanto esperávamos a prof., quando vimos um aluno novo, muito lindo, cabelo com topete, um sorriso lindo, e logo entrou a prof.
- bom dia, temos um aluno, pode se apresentar, por favor ? – pediu ela, e as meninas ficaram babando, mas com razão, eu sei que tenho namorado, e o amo muito, mas ele é bem bonito.
- claro professora – disse ele
- bom, meu nome é Thiago, tenho 15 anos, daqui 1 mês mais ou menos completo 16 – disse ele
- ok, obrigada e seja bem-vindo – disse a professora sorrindo, ele se sentou atrás de mim, bem onde a Mari sentava, me deu uma dor no coração.
- meninas, hey – disse o Carlos tentando chamar nossa atenção, que estava voltada toda para o aluno novo.
- e ai, vão ou não fazer a tal festinha pra Mari ? – perguntou ele
- é lógico, e você vai né ? – perguntei
- vou, quero vê-la, estou com saudades dela – disse
- ok então, no horário livre eu ligo para a tia dela para avisar – disse
O Marcelo estava indo na escola todos os dias depois da faculdade me visitar, para saber como estava, por causa da Mari, ele também me trazia noticias.
- oi amor – disse o vendo sentado na sala
- oi minha princesa – disse ele me dando um selinho
- foi ver a Mari hoje ? – perguntei
- não, mas fui ver o Vitor – disse ele
- e como ele está ? – perguntei
- diz ele que já não sente mais vontade de beber, mas vamos ver né – disse ele me olhando
- quando ele sai ? – perguntei
- hoje as 18H eu combinei de ir busca-lo – disse ele me olhando
- aah legal amor, mas ele vai continuar indo se tratar né ? – perguntei e ele assentiu, meu celular começou a tocar, era o numero da tia da Mari.
- a tia da Mari, só um minuto amor, já venho – disse me levantando indo atender o celular
- alo – disse
- oi, é a gi ? – perguntou ela, eu disse que era, então ela me falou que a Mari chegaria amanhã, a noite, e eu a avisei sobre a festinha que estava querendo organizar para sua chegada, ela deixou, desde que não convidasse muitas pessoas, era só os mais chegados mesmo, voltei, conversei com o Marcelo, pedi para ele me ajudar a organizar, ele topou, comprou tudo o que pedi, e logo depois da ultima aula fomos dispensados para nossas casas, eu fui para a casa da Mari terminar de organizar as coisas para sua chegada, queria que tudo desse certo, não via a hora de vê – la novamente, terminei de arrumar lá e fui para a minha casa, deitei e dormir
- no dia seguinte –
Acordei com minha mãe me chamando, que as meninas ligaram e já estavam na casa da Mari, que era para eu ir logo, me arrumei rapidamente e fui, meu pai me levou. Cheguei lá e as meninas já estavam terminando de arrumar.
- tem que pegar os salgados as 16H viu Maah – disse a Lari
- ok, amor, você pega o salgado as 16H ? por favor – pedi pra ele
- lógico meu amor – disse ele me dando um selinho, quando deu quatro horas o Marcelo com o Vitor foram buscar os salgadinhos.
- narração de Mari –
- está liberada Mariana – disse o Dr.
- ufa – disse sorrindo e ele riu, e eu nunca mais vi seu filho, mas isso não me importava mais.
- vamos ? – perguntou minha tia
- rápido, não aguento mais ficar nesse quarto trancada – disse, quando saímos fomos direto para o carro, minha tia me levou direto para sua casa, eu achei estranho nenhuma das meninas terem vindo, fiquei um pouco chateada, mas fazer o que né, quando chegamos minha tia estacionou o carro, e eu desci, mas estava esperando ela descer, mas parecia que ela estava enrolando.
- pode ir entrando Mari, eu ainda tenho que pegar algumas coisas no carro – disse ela
- não vai precisar de ajuda ? – perguntei

- não, obrigada – disse ela forçando um sorriso, ela estava escondendo algo, mas eu apenas entrei, quando abri a porta todos gritaram meu nome, eu me emocionei, e não contive, lagrimas caíram do meu olho, as meninas vieram me abraçar, todas juntas, foi muito lindo, me emocionei bastante, logo depois delas o Carlos veio me abraçar, seu abraço era tão confortável, muito bom.

Nenhum comentário:

Postar um comentário