- Thiago, sem camisa de novo ? – perguntou o Dr. Irritado, eu
não conseguia tirar os olhos daquele menino lindo, ele não tinha olho claro,
nem cabelos loiros, mas eu me encantei por ele, sua carinha de criança e sua
voz de homem fizeram me derreter por ele, não conseguia tirar os olhos, seu
corpo era lindo.
- ai pai, ta calor, a diretora daquela escola mandou isso p assinar
para eu poder estudar lá – disse ele com aquela voz de homem
- tá, deixa no meu escritório que depois eu assino – disse o
Dr. e ele saiu, sem mais nem menos, ai, queria vê-lo de novo, falar com ele,
mas acho que seria impossível, então o Dr. se virou novamente para mim.
- desculpa, meu filho, onde parei mesmo ? – perguntou ele
- eu já entendi, não precisa explica, vou ficar – disse
sorrindo, ele apenas sorriu, e saiu da sala.
- 1 dia antes da Mari sair do hospital –
-narração da Gi –
- acho que devíamos preparar algo para quando ela chegar – sugeri
- eu concordo, mas não sei se ela vai querer me ver lá –
disse o Carlos
- é lógico que ela vai, ela vai querer ver todos – disse a
Lari
- a Lari ta certa – disse, estávamos na sala conversando
enquanto esperávamos a prof., quando vimos um aluno novo, muito lindo, cabelo
com topete, um sorriso lindo, e logo entrou a prof.
- bom dia, temos um aluno, pode se apresentar, por favor ? –
pediu ela, e as meninas ficaram babando, mas com razão, eu sei que tenho namorado,
e o amo muito, mas ele é bem bonito.
- claro professora – disse ele
- bom, meu nome é Thiago, tenho 15 anos, daqui 1 mês mais ou
menos completo 16 – disse ele
- ok, obrigada e seja bem-vindo – disse a professora
sorrindo, ele se sentou atrás de mim, bem onde a Mari sentava, me deu uma dor
no coração.
- meninas, hey – disse o Carlos tentando chamar nossa
atenção, que estava voltada toda para o aluno novo.
- e ai, vão ou não fazer a tal festinha pra Mari ? –
perguntou ele
- é lógico, e você vai né ? – perguntei
- vou, quero vê-la, estou com saudades dela – disse
- ok então, no horário livre eu ligo para a tia dela para
avisar – disse
O Marcelo estava indo na escola todos os dias depois da
faculdade me visitar, para saber como estava, por causa da Mari, ele também me
trazia noticias.
- oi amor – disse o vendo sentado na sala
- oi minha princesa – disse ele me dando um selinho
- foi ver a Mari hoje ? – perguntei
- não, mas fui ver o Vitor – disse ele
- e como ele está ? – perguntei
- diz ele que já não sente mais vontade de beber, mas vamos
ver né – disse ele me olhando
- quando ele sai ? – perguntei
- hoje as 18H eu combinei de ir busca-lo – disse ele me
olhando
- aah legal amor, mas ele vai continuar indo se tratar né ? –
perguntei e ele assentiu, meu celular começou a tocar, era o numero da tia da
Mari.
- a tia da Mari, só um minuto amor, já venho – disse me
levantando indo atender o celular
- alo – disse
- oi, é a gi ? – perguntou ela, eu disse que era, então ela
me falou que a Mari chegaria amanhã, a noite, e eu a avisei sobre a festinha
que estava querendo organizar para sua chegada, ela deixou, desde que não
convidasse muitas pessoas, era só os mais chegados mesmo, voltei, conversei com
o Marcelo, pedi para ele me ajudar a organizar, ele topou, comprou tudo o que
pedi, e logo depois da ultima aula fomos dispensados para nossas casas, eu fui
para a casa da Mari terminar de organizar as coisas para sua chegada, queria
que tudo desse certo, não via a hora de vê – la novamente, terminei de arrumar
lá e fui para a minha casa, deitei e dormir
- no dia seguinte –
Acordei com minha mãe me chamando, que as meninas ligaram e
já estavam na casa da Mari, que era para eu ir logo, me arrumei rapidamente e
fui, meu pai me levou. Cheguei lá e as meninas já estavam terminando de
arrumar.
- tem que pegar os salgados as 16H viu Maah – disse a Lari
- ok, amor, você pega o salgado as 16H ? por favor – pedi pra
ele
- lógico meu amor – disse ele me dando um selinho, quando deu
quatro horas o Marcelo com o Vitor foram buscar os salgadinhos.
- narração de Mari –
- está liberada Mariana – disse o Dr.
- ufa – disse sorrindo e ele riu, e eu nunca mais vi seu
filho, mas isso não me importava mais.
- vamos ? – perguntou minha tia
- rápido, não aguento mais ficar nesse quarto trancada –
disse, quando saímos fomos direto para o carro, minha tia me levou direto para
sua casa, eu achei estranho nenhuma das meninas terem vindo, fiquei um pouco
chateada, mas fazer o que né, quando chegamos minha tia estacionou o carro, e
eu desci, mas estava esperando ela descer, mas parecia que ela estava
enrolando.
- pode ir entrando Mari, eu ainda tenho que pegar algumas
coisas no carro – disse ela
- não vai precisar de ajuda ? – perguntei
- não, obrigada – disse ela forçando um sorriso, ela estava
escondendo algo, mas eu apenas entrei, quando abri a porta todos gritaram meu
nome, eu me emocionei, e não contive, lagrimas caíram do meu olho, as meninas vieram
me abraçar, todas juntas, foi muito lindo, me emocionei bastante, logo depois
delas o Carlos veio me abraçar, seu abraço era tão confortável, muito bom.
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