terça-feira, 19 de novembro de 2013

cap 30 de Amor imprevisível

- nossa, muito obrigada meninas – disse as abraçando novamente
- posso falar com você ? – perguntou o Carlos
- claro – disse e as meninas sorriram, elas saíram do meu lado e nos deixaram a sós
- como você está ? – perguntou ele
- to bem – disse sorrindo
- e você ? – perguntei
- to bem, mas sinto sua falta – disse ele mexendo em meus cabelos, e eu baixei a cabeça.
- não sei o que dizer – sussurrei
- vamos recomeçar ? me dê uma chance, por favor – disse ele chegando cada vez mais perto.
- deixa eu pensar, ok ? – perguntei
- tudo bem – disse ele
- obrigada – disse, ele sorriu e me abraçou, mas não foi qualquer abraço, foi um abraço demorado, com carinho, seu perfume era muito bom, então fomo interrompidos.
- Marii – gritaram meu nome
- estão te chamando, vai lá – disse ele e eu fui, mas antes de ir dei um selinho nele.
- que foooi – disse
- o Vitor está te procurando – disse a Lari ( estavam todos do lado de fora da casa, na piscina )
- onde ele está ? – perguntei
- acho que foi deitar – disse ela
- ok, vou procura-lo – disse, então eu entrei, era tão bom estar ali com eles, mesmo não me lembrando totalmente de todos, e nem de todos os momento, eu subi, fui para o quarto do Vitor, mas não lembrava qual era, deduzi que era um dos últimos, então bati na porta e a abri, e realmente era o dele.
- Mari – sussurrou ele
- falaram que você estava me procurando – disse
- é, queria te pedir desculpas pelo o que aconteceu com você, no dia, por tudo sabe, eu realmente estou mudando, estava na clinica até ontem, e agora vou começar a ir 2 vezes na semana, mas antes queria o seu perdão – disse ele
- tud.... – eu comecei a ver tudo rodando, e depois tudo preto.
Eu estava em um supermercado com 3 meninas, ele estava lotado, estávamos brincando, dando muita risada, o que eu estava fazendo ali ? estávamos brincando muito, fazendo varia zueiras, então um menino lindo surge e começa a falar com uma das meninas, e de repente eu estou em uma boate, em uma festa, não consigo distinguir, apenas estou beijando um menino, ele era igual ao Carlos, quando paro de beijá-lo, olho em seus olhos e era o Carlos.
- Mari, acorda, Mari – dizia uma voz, mas não sabia da onde estava vindo essa voz
- aaah – gritei, foi ai que acordei
- o que aconteceu ? – perguntei me levantando
- você veio aqui falar comigo, e desmaiou – disse o Vitor
- aah, e ele ? – perguntei olhando para o Carlos
- eu o chamei, não queria preocupar a Rosana, muito menos suas amigas, então ele veio me ajudar – disse ele
- aah sim, fiquei quanto tempo desmaiada ? – perguntei
- uns 5 minutos – disse o Vitor
- aah sim, bom, deixa eu voltar lá pra baixo antes que sintam minha falta e comecem a procurar por mim – disse
- ok, mas você me desculpa ? – perguntou o Vitor
- tudo bem Vi, sei que não fez por mal – disse me levantando de sua cama e dando um beijo em seu rosto
- vou descer com ela, qualquer coisa chama ta ? – disse o Carlos para o
Vitor e ele assentiu com a cabeça
- narração de Gi –
Estava na beira da piscina com o Marcelo, estávamos abraçados e com os pés na água, estávamos quietos, apenas nos beijávamos.
- ta chato isso né ? – perguntou ele colocando seus lábios em meu pescoço
- ta chato ficar aqui comigo ? – perguntei virando meu rosto para ele
- não né amor, apenas esse silencio, é estranho – disse ele me dando vários selinhos
- ah, ai sim – disse
- amor ? – disse ele
- oi – disse
- já parou para pensar em nós no futuro ? – perguntou ele
- algumas vezes, pq ? – perguntei
- estava aqui pensando agora, no nosso casamento, filhos, casa, tudo – disse ele
- é ? – perguntei e ele assentiu sorrindo
- e como você imagina nosso casamento ? – perguntei olhando para o céu que já estava todo estralado, lindo
- na praia, apenas para familiares e amigos bem íntimos, você de branco, sandália, com um saltinho bem pequeno, o buque com rosas brancas e algumas azul turquesa – disse ele e eu sorri
- só ? – perguntei me virando pra ele
- é – disse ele
- mas e você ? e os convidados ? – perguntei
- bom, eu vou estar de terno branco com uma rosa amarela no bolso do terno a gravata seria azul, mas um azul claro, delicado, já os convidados eu não sei – disse ele
- huuum que lindo – disse o beijando
- e a nossa casa ? – perguntei
- não sei como vai ser, mas eu quero que seja grande, vou deixar você escolher – disse ele.
- e nosso filho ? – perguntei
- filho ? – perguntou ele e eu me assustei.
- é, você não vai querer ter ? – perguntei
- vou né amor, mas não um apenas, quero um monte – disse ele rindo e eu ri também
- o primeiro filho quero que seja uma menina, loirinha, branquinha, olhos claros, com  sua personalidade, vai ser linda – disse ele e eu me emocionei, então ele me abraçou, e depois ficamos ali nos beijando e continuamos falando sobre o nosso futuro, entramos em mais detalhes da casa, família, e essas coisas.
- narração de Mari –
Eu sai do quarto do meu primo e o Carlos veio atrás de mim, ele não saia do meu pé mais, não me deixava em paz, ficava o tempo todo do meu lado, ou então, estava sempre me secando, isso já estava me irritando.
- ai está você – disse puxando a Lari para uma conversa
- e ai, como você está ? – perguntei
- to bem, e você ? – perguntou ela sorrindo
- to bem – disse sorrindo
- e o Caio ? – perguntei
- foi só fogo de palha, só ilusão – disse ela rindo
- nossa, então tá né – disse rindo
- mas ele não te fez sofre não né ? – perguntei
- não, ele foi sincero comigo – disse ela sorrindo
- ah sim, menos mal – disse olhando para o lado
- e você com o Carlos ? – perguntou ela
- só amizade mesmo amiga, pelo menos por enquanto – disse
- aah ok, olha, tem muuita matéria para copiar, sem querer te desanimar – disse ela rindo e eu ri
- você me empresta os cadernos ? – perguntei
- lógico, amanhã eu te empresto – disse ela
- obrigada Lari – disse me levantando e indo pegar alguns salgadinhos para comer, peguei algumas coxinhas e um pouco de refri, e fiquei comendo ali mesmo.
- Maah – disse a Carla e a Lari vindo em minha direção
- oie – disse as olhando
- estamos indo – disseram
- mas já ? – perguntei, queria que ficassem mais
- é, está tarde – disseram elas e eu olhei no relógio, realmente já estava ficando tarde, já era umas 23H30.
- então ta né – disse abaixando  a cabeça, e as abraçando
- melhoras viu Mari, até amanha – disseram elas
- obrigada lindas, até, Lari, não esquece de trazer o caderno, por favor – disse
- ok – disse ela sorrindo, e eu voltei para o meu salgado, terminei, fui juntar a bagunça, era pouca, mas não queria deixar as coisas para minha tia arrumar, o Vitor já havia ido deitar, o Carlos também, ele ia dormir lá, a Gi e o Marcelo estavam na beira da piscina, não quis  interromper, então fui para o meu quarto, tomei banho  e me deitei, não conseguia dormir, então peguei meu note e fiquei no face, minha mãe veio falar comigo, perguntando se estava tudo bem, eu disse que estava né, pois ela não sabia do acidente, e queria poupa-la disso, ela também me perguntou o pq de não atender seus telefonemas, eu falei que era por causa dos estudos, estava muito puxado, logo ela se despediu, e saiu, eu desliguei meu not, e escuto baterem em minha porta, levantei, coloquei um roupão e fui ver quem era.
- oie gi – disse
- oi, então Mah... –posso dormir aqui ? – perguntou ela tímida
- pode, lógico – disse
- é que... – disse ela
- não precisa se explicar, apenas entre – disse a puxando para dentro do quarto, eu emprestei um pijama meu para ela, ela foi se trocar, enquanto se trocava eu fui pegar água, pois estava morrendo de sede, estava bebendo água e comecei a sentir tontura, e só escuto o barulho do copo se quebrando no chão, então eu baixei minha cabeça, automaticamente meus olhos se fecharam, e veio varias lembranças a tona, em minha cabeça, lembrei do Carlos, Bruno, de todos, acho que minha memória voltou, e depois tudo apagou, acordei estava nos braços do Carlos.
- o que houve ? – perguntei me levantando
- não sei, acho que desmaiou de novo – disse ele com uma cara de preocupado
- nossa, não conta pra ninguém, por favor, isso vai passar, acho que é normal por causa da perda da memória – disse
- tudo bem, não vou contar, mas se acontecer novamente eu conto – disse ele e eu assenti.
- bom, deixa eu juntar isso daqui – disse pegando a vassoura, mas ele a tomou da minha mão
- não, pode subir, eu arrumo isso daqui – disse ele, ficamos tão próximos, queria tanto beija-lo, mas eu sai.
- certeza que não quer ajuda ? – perguntei
- tenho, você precisa descansar, pode subir, eu cuido disso – disse ele e eu assenti
- ok, obrigada viu – disse dando um beijo no canto da sua boca, e ele sorriu, subi, fui direto para o meu quarto, e a Gi estava deitada mexendo no celular, eu entrei fechei a porta e me deitei.
- e ai, e as novidades da escola ? – perguntei
- acho que não tem nenhuma, só matéria nova – disse ela pensativa
- certeza ? – perguntei
- não, verdade, entrou um menino novo na escola, lindo, você precisa ver – disse ela rindo.
- hmmm. Sério ? – perguntei e ela assentiu
- todas as meninas ficaram babando nele – disse ela e eu ri
- até você dona Gisele ? – perguntei rindo

- não...aah... mais ou menos vai – disse ela rindo demais .

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