quarta-feira, 7 de agosto de 2013

cap. 02 de Amor imprevisível

- narração de Vitor -
o Carlos estava demorando muito, acho que vou lá ver o pq, vai que aconteceu algo, então fui até a cozinha, e não acreditei no que estava vendo, fiquei sem reação, o Carlos estava prestes a beijar minha prima ? não vou deixar isso acontecer, então dei uns três passos para trás e voltei para a cozinha como se não tivesse visto aquilo antes.

- está precisando de ajuda Carlos ? - disse entrando na cozinha, e fiz uma cara de assustado - nossa, desculpa, não sabia que estavam aqui sozinhos, desculpa se interrompi algo, é que reparei que Carlos estava demorando um pouco, e resolvi vim ver se não havia acontecido algo - disse
- não, magina Vitor, não atrapalhou em nada né Carlos ? - disse Mari o olhando
- pois é, não ia acontecer nada, vamos, a pipoca já está pronta - disse Carlos nem olhando na cara da Mari, muito menos na minha e indo para a sala com a pipoca na mão, sabia que ele não gostava dessas coisas, mas isso é para o bem da Mari, pois o Carlos é bem pegador, difícil de parar com alguma menina, tenho certeza que se ficassem ele iria iludi-la, eu vou atrás dele, mas olho para trás e vejo Mari guardando a bolacha no armário, e logo vejo seu olhar meio triste então eu digo !
- fiz para seu bem, acredite, ele é bem galinha, não quero que se machuque - disse, então ela deu um sorriso, tentando disfarçar que queria chorar.
- obrigada - disse ela, mas eu já estava saindo, vi que ela logo subiu para o quarto.
- não quero que iluda minha prima, ok ? não quero vê-la machucada, quero que entenda o pq de ter feito aquilo - disse olhando para o Carlos.
- tranquilo, se fosse minha prima, acho que faria o mesmo, mas aqui entre nós, eu vi algo nela, que sei la, me encantou, não sei o que é, mas eu acho que vou tentar ter algo a serio com ela - disse ele me olhando, como se tivesse pedindo permissão
- olha, se eu dissesse não você irá tentar de qualquer maneira que eu sei, então, faça o que quiser, mas se for pra iludir minha prima você já sabe né ? - disse o olhando com cara de bravo
-ok, fica tranquilo, que eu não vou iludi-la, prometo - disse ele
- nossa, bateu um sono agora, acho que vou pra casa dormir - disse o Carlos
- uai, mas não ia dormir aqui ? - perguntei
- achei que estava bravo comigo, e que havia mudado de ideia - disse ele
- não, que isso, to bravo não, você não a beijou ainda - disse
- é ainda - disse ele rindo, então eu ri também, logo subimos, mostrei o quarto de hospedes para ele, e era bem ao lado do quarto da Mari, mas não falei nada, ele deve ter lembrado !
- bom,  então vou dormir também, boa noite - disse
- boa noite - respondeu ele

-narração de Mari-
-logo que subi arrumei minha cama e fui mexer no note, entrei no face, minha mãe veio falar comigo, perguntando como foi a viagem, e eu disse que ocorreu tudo bem, escutei algumas vozes, deve ser os meninos, então logo fiquei com sono, estava cansada, por causa da viagem, então me despedi da minha mãe, e fui dormir, demorei para dormir, por causa do ambiente, não estava acostumada com a cama, nem nada.

- narração de Carlos -

acordei era 11 H da manhã, arrumei minha cama, escovei os dentes, coloquei uma roupa que havia esquecido la da ultima vez que dormi la e desci, passei pelo quarto do Vitor e estava aberto, ou seja, ele ja havia acordado, então resolvi descer, procurei por ele na sala, e não estava lá, então fui para a cozinha, e ele estava cozinhando.
-você cozinhando ? nunca vi- disse rindo, então ele me olhou com uma cara meio bravo
- to cozinhando, pq minha tia não está em casa hoje, e eu estou a fim de comer comida salgada - respondeu ele - não passou pelo quarto da Mari não né ? - perguntou ele com um tom bravo de voz
- eu pensei em passar, mas não passei não - disse e ele me olhou
- jura ? - perguntou ele com os olhos arregalados
- juro - disse rindo - ta fazendo o que ? - perguntei
- lasanha, batata frita e arroz - respondeu ele
- huuum, escolheu bem o prato do dia em - disse rindo, então ele riu, então tocou a campainha
- como sei que você não é bom de cozinha vai atender a campainha por favor - disse ele então eu fui
- pois não - disse, e era o carteiro
- estou procurando a senhorita Mariana, ela se encontra ? - perguntou o carteiro
- ela está dormindo senhor - disse
- então, pode entregar está carta para ela, e assinar aqui fazendo o favor ? - disse ele e eu assinei, e peguei uma carta
- obrigada - disse já fechando a porta, então fui até a cozinha
- quem era ? - perguntou Vitor
- o carteiro - respondi
- carta pra quem ? - perguntou ele
- pra Mariana- disse e ele me olhou
- pra Mariana ? - perguntou ele, e eu assenti com a cabeça
- estranho - disse ele
- muito, mas e ai, o que faço com a carta ? - perguntei
- bom, terminei aqui, não sei, vamos espera-la acordar e entregar pra ela ok ? - disse ele, e eu assenti com a cabeça
- vamos comer ? - perguntou ele
- opa, vamos sim - respondi, estava com muita fome

- narração de Mari -
acordei, fui tomar banho, como de costume, coloquei uma roupinha básica, arrumei minha cama, estava com fome, então resolvi descer pra ver o que tinha para comer, passei pelo quarto dos meninos, e eles já haviam acordado, deveriam estar lá em baixo, fui direto para cozinha, e chegando lá encontro os dois.

- Bom dia - disse os dois, quando acordo, eu sempre acordo de mau-humor, então estava um pouco seca com eles - chegou uma carta pra você - disse Vitor, então meu humor mudou totalmente
- cadê?  onde ta a carta ? que horas chegou ? - perguntei olhando pra tudo quanto é lado, procurando pela carta
- ta lá na sala - respondeu Carlos, então eu corri para pegar, e era a carta da escola , comecei a tremer, fiquei nervosa, abri a carta tremendo, então eu li, e quanto mais lia mais tremia, e quando terminei, olhei para para baixo e estava escrito em uma letra grande e em negrito assim: APROVADA, PARABÉNS, FAVOR COMPARECER NA ESCOLA DENTRO DE 3 DIAS,COM SEUS RESPONSÁVEIS, POIS A PROVA ORAL FOI CANCELADA, ENTÃO JÁ É PARA FAZER A MATRICULA, e eu comecei a gritar e pular de alegria, Vitor e Carlos foram ver o que havia acontecido, eu estava tão feliz, que acabei abraçando o Vitor, e não parava de dizer.
- eu consegui, consegui, não acredito - dizia toda contente
- conseguiu o que ? - perguntava Carlos, então me acalmei, e contei toda a historia para eles, então eles ficaram felizes por mim, e me parabenizaram !
- que legal, agora talvez você estude comigo - disse Carlos todo feliz, então eu fiquei mais feliz ainda, e dei um sorriso.
-nossa, eu tenho que ligar para meus pais, tenho que perguntar se posso estudar aqui, tomare que eles deixem - disse saindo da sala, mas Vitor me impediu.
- o que foi ? - perguntei
- se acalma antes, você ta fraca, está branca, tem que comer, vamos comer, eu fiz almoço, depois você para seus pais- disse, e ele infelizmente estava com razão, então eu resolvi comer, comi pouco, pois minha fome havia passado, então logo que subi liguei para minha mãe, falei com ela, e com meu pai, eles ficaram super felizes, e concordaram, mas falaram que iam ligar no celular da minha tia, e que logo me ligavam para dizer se ela havia deixado ou não, então eu fui escovar os dentes, desci, ajudei os meninos com a louça.
- então, deixaram ? - perguntou Vitor
- deixaram, só falta ver com a tia, tomare que ela deixe eu morar aqui - respondi
- ela deve deixar sim, ela é boazinha - disse Carlos, e Vitor concordou, então sorri
- nós vamos dar um mergulho na piscina, e depois ir ao parque com alguns amigos e amigas, quer ir também ? - perguntou Vitor
- ir para a piscina não, obrigada, mas sobre o parque, vamos ver, vai depender da resposta, logo que disse isso, o telefone toca, então corro para atender.
- alô - disse
- Mari, então, sua tia disse que não, que ela já esta "cuidando" de Vitor, e ela tem medo de deixar vocês dois sozinhos na casa, ou seja ela disse não - disse minha mãe rindo, então logo percebi que era mentira !
- aah, fala sério né mãe - disse rindo
- tá, ela deixou filha - disse ela e eu gritei, então conversamos mais um pouco, e amanhã ela ia vim pra cá com meu pai para irmos á escola, e ela ia trazer o resto da minha roupa.


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