segunda-feira, 12 de agosto de 2013

cap. 05 de Amor imprevisível

- narração de Marcelo -
- pq não gostou dela ? - perguntei pra Mari que estava toda bravinha em casa
- pq ela vai acabar ficando com alguém do grupo, não gosto - disse ela andando de um lado pro outro
- no grupo, ou você tem medo dela me roubar de você ? - perguntei puxando-a para a cama, então ela caiu em meus braços, eu a olhei bem nos olhos.
- eu te amo, estamos a tanto tempo juntos, não vai ser um menina que acabou de chegar que vai me tirar de você minha linda, sou só seu ok ? - disse a olhando, então nos beijamos
- jura ? - perguntou ela entre os beijos
- juro respondi entre os beijos, e continuamos ali nos beijando, então o clima começou a esquentar, e eu fui deixando rolar.

- narração de Gi -
o clima tava bom, mas eu não queria aquilo, não estou pronta, então eu parei
- então, vai fazer 2 anos que estamos juntos né ? - disse fingindo que o clima não havia esquentado, com cara de paisagem
- é, daqui dois meses - respondeu ele me beijando, e me deitando lentamente na cama, mas novamente eu parei
- melhor ir embora, você me leva ? - perguntei
- levo sim minha linda - disse ele me dando selinhos, minha casa era na mesma rua da casa dele, 4 casa depois da dele já era a minha, ele me deixou em casa, nos beijamos, foi um beijo tão gostoso, tão quente, mas logo ele se foi.
- tchau princesa, se cuida viu, disse ele me dando um selinho e logo depois me deu um beijo na testa
- tchau meu lindo - respondi entrando já pra casa, vi ele indo, então entrei, fui direto pro meu quarto, tomei um banho, coloquei pijama e me deitei, logo adormeci.

- narração de Mari -
- você ficou com o Carlos ? - perguntou o Vitor guardando o carro na garagem.
- fiquei, eu vou dar uma chance a ele, afinal, pq não dar né ? - disse e ele fez uma cara de que não havia gostado muito - eu achei ele bonito, atraente, simpático entre outras coisas, ele pode ser galinha sim, mas pra isso deve ter um motivo, e ele também pode mudar, pq não ? - disse descendo do carro, fechei a porta, e ele bateu a porta do seu lado, ele estava hiper bravo,  não sei o pq.
- o que houve? Vitor? - disse correndo atrás dele
- sabe o que é? Desde o dia em que te vi, eu não parei de pensar em você, pronto falei - disse ele, então eu parei, fiquei em choque, não imaginava aquilo.
-  nossa Vitor, eu não fazia ideia, mas nós somos primos, não teria coragem,  desculpa, queria que me apoiasse com o Carlos, afinal vocês são amigos e queria que fossemos amigos também, por favor, aceite isso – disse abaixando a cabeça com carinha triste.
- eu vou tentar ao máximo, pode ser? – perguntou ele
- ta bom – disse sorrindo
- posso te abraçar – perguntou ele
- claro – respondi abraçando-o, ficamos ali abraçados por um tempo, logo ele me soltou.
- vamos entrar? Tá frio aqui, e eu estou cansada – disse o olhando
- vamos sim – respondeu ele abrindo a porta, entramos, eu me despedi dele, e logo subi, eu lavei meu rosto, para sair a make, coloquei um pijama curto, e fui deitar, não conseguia dormir, por dois motivos, o primeiro é que eu estava / estou muito ansiosa para a nova escola, e segundo pois não parava de pensar no Carlos, ele era tão doce comigo, não conseguia imagina-lo  galinha, iludindo as meninas, era 6H30 da manhã e nada de eu consegui dormir, me deu sede, então eu desci, fui para a cozinha, estava tomando água, quando escuto barulho  de alguém entrando na cozinha, olho pro lado e era Vitor, estava com roupa de quem ia jogar futebol.
- já está acordada – perguntou ele pegando uma vasilha, leite e sucrilhos
- não, na verdade nem dormi ainda, estou com medo de hoje, da escola, quero que dê certo sabe – disse terminando de beber a água
- vai dar tudo certo sim - disse ele pegando uma colher e indo para a sala, logo subi enquanto estava subindo escutei a campainha tocar havia chego um monte de menino, então eu corri pro meu quarto,  deitei, coloquei meus foninhos de ouvido, e comecei a escutar musicas, logo adormeci, acordei com alguém me chamando.
- Marii – gritava a pessoa, tirei os fones e gritou de novo, então percebi que era uma voz de homem.
- já vai – respondi me levantando, indo pro banheiro, escovei os dentes rapidinho, então abri a porta, era o Carlos, estava todo suado.
- oi meu amor – disse ele me beijando
- oi, onde estava que está todo suado? – perguntei
- estava jogando futebol com os meninos, estão todos lá em baixo, inclusive seus pais – disse ele, então eu me assustei.
- que horas são? – perguntei assustada procurando meu celular pra ver as horas, assim que vi não acreditei que havia dormido tanto, já havia passado das 3H. da tarde
- caramba amor, já são quase 4 horas, eu tenho que descer, me arrumar, disse o levando pra fora do quarto dando vários beijos nele, nem deixei ele falar, logo fechei a porta do quarto fui tomar banho, sai e fui me trocar, eu estava com frio, então resolvi colocar uma calça escura,  uma camisa assim (http://chocolla.com.br/wp-content/uploads/2013/03/camisas-femininas-34.jpg ), penteei meu cabelo e prendi, pois estava um pouco oleoso, coloquei uma sapatilha preta com um lacinho na frente, mas bem pequenino,   coloquei  alguns acessórios, e desci, pois estava marcado para encontrar a diretora da escola as 5H. da tarde, passei um perfume, e logo desci correndo,  achei que meus pais estavam na sala, então fui direto pra lá, mas dei de cara com os meninos.
- vai  aonde assim ? – perguntou Carlos com ciúmes, e todos os outros meninos começaram a zuar.
- cadê meus pais – perguntei olhando para o Vitor
- saíram – respondeu ele
-  pra onde ? eu tenho que ir a escola agora as 5H – disse preocupada
- relaxa, foram ali no supermercado, jaja estão de volta não é mesmo Vitor? – respondeu um menino alto, com um corpo bonito ( estava sem camisa quase todos) , cabelos pretos,  mas não reparei muito nele não, agradeci e  logo sai da sala, quando dou de cara com a porta se abrindo e era meus pais, minha tia e seu namorado, eu os cumprimentei , fomos  até a cozinha, minha mãe havia comprado salgadinhos,  então eu comi, subi para escovar os dentes, não demorei muito, desci e fomos, nem vi Carlos até então, para falar com a diretora eu não podia entrar, então esperei do lado de fora, meus pais saíram com uma cara de assustados.

- então, o que ela falou ? – perguntei animada, preocupada, com tudo, pq a cara que meus pais estavam era boa, mas era um pouco assustadora.

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