-
calma amor, fomos em um barzinho, mas não fiz nada de mais - disse o Marcelo
-
mas ta bebendo, e ta alegre - disse a gih
-
to mesmo amor, mas só tomei essa, fica tranquila - disse ele então ela sorriu ironicamente,
sabia que estava brava, mas que não queria brigar com ele por causa da noite
anterior que tiveram.
-
vamos então ? - perguntei interrompendo os dois, não queria vê-la mal, nem
queria que se arrependesse da noite anterior que tiveram.
-
vamos - respondeu ela seca, ela não quis ir no carro com ele, ele ficou malz, e
queria provar de qualquer jeito que aquela era a primeira garrafa, e unica pelo
o que ele estava falando, eu acreditava nele, mas a Gih parecia que não, ela
estava calada, muito irritada, e estava estampado em sua cara, o Vitor não
parava de correr, então chegamos, a Gi foi o caminho inteiro sem falar uma
palavra, quando saimos do carro logo vi Carlos, fiquei um bom tempo com ele,
quando fui pegar uma bebida vi a Gi conversando com o Marcelo, ela parecia
chorar, não pude me conter e fui lá.
-
oiee - disse, quando cheguei a Gi me abraçou, ela estava chorando demais, então
fiz um gesto de que não havia entendido o pq para o Marcelo.
-
ela ta com medo de eu beber, ou de ter traido ela no barzinho - sussurrou ele,
então ela soltou
-
deixa eu falar com ela, rapidinho, a sós, por favor ? - pedi pra ele, ele
assentiu e saiu.
-
vou estar no carro, qualquer coisa - disse ele
-
amiga, não fica assim, você não confia nele ? - perguntei
-
confio, mas você viu o jeito que ele chegou la na casa, ele estava alegre, e se
ele voltar a beber igual o Vitor ? eu não quero, não de novo - disse ela
secando as lagrimas
-
de novo ? - perguntei
-
é, ele parou de beber por causa de mim, varias vezes ele teve recaídas e eu
sempre ali o puxando de volta para a realidade, por isso eu não gosto de
bebida, não gosto que ele bebe - disse ela deixando escorrer algumas lagrimas,
logo as enxugou.
-
acho que você deveria ir conversar com ele - disse
-
eu vou - disse ela saindo, então vejo o Carlos atrás de mim, me virei e o
abracei.
-
acho que atrapalhei, desculpa - disse ele
-
não amor, de boa - disse
-
narração de Marcelo -
estava
no carro, algumas lagrimas caíram do meu rosto ao pensar em momentos que tive
com a Gi, principalmente na noite passada, eu fechei os olhos e fiquei a
imaginando, então escutei entrarem no carro, abri o olho e vi aquela linda
menina me olhando.
-
estou sonhando ? - perguntei
-
não, vim aqui, para conversar mesmo - disse a Gi
-
ok, pode falar - disse olhando em seus olhos e ela começou a falar, eu pedi
desculpas e disse que não iria beber mais sem que soubesse que só iria beber
com ela ao meu lado.
-
eu te amo poxa, e aprendi a me controlar, ou pelo menos estou tentando -
disse
-
eu também te amo, mas eu tenho medo de você voltar a ser o que era antes -
disse ela
-
eu não vou, eu parei por você, e não vou voltar enquanto estiver ao meu lado -
disse e meus olhos se encheram de lagrimas e eu vi os dela se enchendo também,
ela me abraçou, me deu um selinho
-
se depender de mim eu jamais te largarei - disse ela entre selinhos,
ficamos ali nos beijando
-
vamos pra casa ? - perguntei
-
vamos, vou mandar uma msg. para as meninas - disse ela pegando o celular e
digitando.
-
tem como passar na casa do Vitor, vou pegar minhas coisas lá, dai amanhã me
leva na escola ? - perguntou ela
-
claro meu anjo - disse a beijando, liguei o carro, fomos até a casa do Vitor,
sua tia estava lá, já havia chego de viagem a alguns dias, mas
estava na casa de seu namorado, a Gi pegou suas coisas rápido, logo fomos
para casa, chegamos lá e não tinha ninguém, fomos para o meu quarto, ficamos
deitados vendo filme, até que começamos a nos beijar, fui tirando sua
roupa, aos poucos e ela as minhas, eu dava leves chupões em seu pescoço
enquanto massageava seus seios, fui descendo devagar, os beijando, desci para
suas partes intimas, e comecei a fazer oral, nela.
-
Ah - ofegou ela, então ela ficou por cima, e fez o mesmo em mim, ontem o que
fizemos foi amor, pois foi tudo mais calmo, mas hoje, já foi com mais safadeza,
foi ótimo, quando terminamos ficamos deitados, abraçados, trocando caricias e
beijos, foi ficando tarde e ela adormeceu, eu estava sem sono, então fiquei
fazendo cafune em seu cabelo.
-
narração de Mari -
-
vamos Vitor, vamos embora logo - disse irritada, ele estava bêbado e
não queria deixar ninguém dirigir em seu lugar, o Carlos estava
tentando fazer com que ele mudasse de ideia, mas sem sucesso, acabamos indo com
ele, e como quando estávamos indo para a festa ele estava correndo muito
mais, estava em alta velocidade, eu estava no meio e as meninas uma em cada
ponta, estávamos em uma estrada, não conseguíamos ver nada, pois
ele não queria ligar o farol de maneira alguma, ele havia se transformado totalmente,
o Carlos foi tentar ligar o farol, então eles acabaram saindo da faixa, foi
quando vimos uma carreta, vindo de frente.
-
narração da Gi -
acordei
de madrugada com um pesadelo com a Mari, acabei acordando o Marcelo sem querer
também.
-
que foi amor ? - perguntou ele meio sonolento se espreguiçando
-
tive um pesadelo horrível com a Mari - disse o olhando
-
quer falar ? - perguntou ele
-
vc não liga de ouvir ? - perguntei com uma carinha triste
-
logico que não meu amor - disse ele acariciando meu rosto
-
eu estava em um hospital, mas não tinha mais ninguém e eu gritava seu nome,
quando a Mari apareceu e disse que eu havia me juntado a ela... - dai eu
perguntei " como assim "... ? - e ela respondeu " você morreu,
como eu " - disse com lágrimas nos olhos, e ele apenas me abraçou, e
quando foi dizer algo meu telefone tocou
-
número desconhecido - disse com uma cara de assustada
-
atende, vai que é alguma das meninas - disse ele e eu atendi na hora
-
alô - disse, era a Lari, enquanto ela falava eu não parava de chorar, não
consegui evitar, desliguei o telefone, e o Marcelo me abraçou, eu me acalmei.
-
o que houve ? - perguntou ele ainda abraçado comigo
-
as meninas... - sofreram acidente, parece que todos se machucaram um pouco, mas
a Maah... - ela está em coma, pois ela tava no meio e sem sinto, e a batida foi
muito forte e todos tem que ficar no hospital até amanhã – disse e então voltei
a chorar, o Marcelo desceu, pegou um copo de água com açúcar pra mim, eu tomei
um pouco.
-
quer que eu te leve no hospital ? – perguntou ele me olhando, e eu não consegui
responder, estava preocupada com a Mari, apenas assenti com a cabeça.
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