terça-feira, 29 de outubro de 2013

cap. 26 de Amor imprevisível

- calma amor, fomos em um barzinho, mas não fiz nada de mais - disse o Marcelo
- mas ta bebendo, e ta alegre - disse a gih 
- to mesmo amor, mas só tomei essa, fica tranquila - disse ele então ela sorriu ironicamente, sabia que estava brava, mas que não queria brigar com ele por causa da noite anterior que tiveram.
- vamos então ? - perguntei interrompendo os dois, não queria vê-la mal, nem queria que se arrependesse da noite anterior que tiveram.
- vamos - respondeu ela seca, ela não quis ir no carro com ele, ele ficou malz, e queria provar de qualquer jeito que aquela era a primeira garrafa, e unica pelo o que ele estava falando, eu acreditava nele, mas a Gih parecia que não, ela estava calada, muito irritada, e estava estampado em sua cara, o Vitor não parava de correr, então chegamos, a Gi foi o caminho inteiro sem falar uma palavra, quando saimos do carro logo vi Carlos, fiquei um bom tempo com ele, quando fui pegar uma bebida vi a Gi conversando com o Marcelo, ela parecia chorar, não pude me conter e fui lá.
- oiee - disse, quando cheguei a Gi me abraçou, ela estava chorando demais, então fiz um gesto de que não havia entendido o pq para o Marcelo.
- ela ta com medo de eu beber, ou de ter traido ela no barzinho - sussurrou ele, então ela soltou
- deixa eu falar com ela, rapidinho, a sós, por favor ? - pedi pra ele, ele assentiu e saiu. 
- vou estar no carro, qualquer coisa - disse ele
- amiga, não fica assim, você não confia nele ? - perguntei
- confio, mas você viu o jeito que ele chegou la na casa, ele estava alegre, e se ele voltar a beber igual o Vitor ? eu não quero, não de novo - disse ela secando as lagrimas
- de novo ? - perguntei
- é, ele parou de beber por causa de mim, varias vezes ele teve recaídas e eu sempre ali o puxando de volta para a realidade, por isso eu não gosto de bebida, não gosto que ele bebe - disse ela deixando escorrer algumas lagrimas, logo as enxugou.
- acho que você deveria ir conversar com ele - disse 
- eu vou - disse ela saindo, então vejo o Carlos atrás de mim, me virei e o abracei.
- acho que atrapalhei, desculpa - disse ele 
- não amor, de boa - disse 
- narração de Marcelo - 
estava no carro, algumas lagrimas caíram do meu rosto ao pensar em momentos que tive com a Gi, principalmente na noite passada, eu fechei os olhos e fiquei a imaginando, então escutei entrarem no carro, abri o olho e vi aquela linda menina me olhando.
- estou sonhando ? - perguntei 
- não, vim aqui, para conversar mesmo - disse a Gi
- ok, pode falar - disse olhando em seus olhos e ela começou a falar, eu pedi desculpas e disse que não iria beber mais sem que soubesse que só iria beber com ela ao meu lado.
- eu te amo poxa, e aprendi a me controlar, ou pelo menos estou tentando - disse 
- eu também te amo, mas eu tenho medo de você voltar a ser o que era antes - disse ela
- eu não vou, eu parei por você, e não vou voltar enquanto estiver ao meu lado - disse e meus olhos se encheram de lagrimas e eu vi os dela se enchendo também, ela me abraçou, me deu um selinho
- se depender de mim eu jamais te largarei  - disse ela entre selinhos, ficamos ali nos beijando 
- vamos pra casa ? - perguntei 
- vamos, vou mandar uma msg. para as meninas - disse ela pegando o celular e digitando.
- tem como passar na casa do Vitor, vou pegar minhas coisas lá, dai amanhã me leva na escola ? - perguntou ela
- claro meu anjo - disse a beijando, liguei o carro, fomos até a casa do Vitor, sua tia estava lá, já havia chego de viagem a alguns dias, mas estava na casa de seu namorado, a Gi pegou suas coisas rápido, logo fomos para casa, chegamos lá e não tinha ninguém, fomos para o meu quarto, ficamos deitados vendo filme, até que começamos a nos beijar,  fui tirando sua roupa, aos poucos e ela as minhas, eu dava leves chupões em seu pescoço enquanto massageava seus seios, fui descendo devagar, os beijando, desci para suas partes intimas, e comecei a fazer oral, nela.
- Ah - ofegou ela, então ela ficou por cima, e fez o mesmo em mim, ontem o que fizemos foi amor, pois foi tudo mais calmo, mas hoje, já foi com mais safadeza, foi ótimo, quando terminamos ficamos deitados, abraçados, trocando caricias e beijos, foi ficando tarde e ela adormeceu, eu estava sem sono, então fiquei fazendo cafune em seu cabelo.
- narração de Mari - 
- vamos Vitor, vamos embora logo - disse irritada, ele estava bêbado e não queria deixar ninguém dirigir em seu lugar, o Carlos estava tentando fazer com que ele mudasse de ideia, mas sem sucesso, acabamos indo com ele, e como quando estávamos indo para a festa ele estava correndo muito mais, estava em alta velocidade, eu estava no meio e as meninas uma em cada ponta, estávamos em uma estrada, não conseguíamos ver nada, pois ele não queria ligar o farol de maneira alguma, ele havia se transformado totalmente, o Carlos foi tentar ligar o farol, então eles acabaram saindo da faixa, foi quando vimos uma carreta, vindo de frente.
- narração da Gi - 
 acordei de madrugada com um pesadelo com a Mari, acabei acordando o Marcelo sem querer também.
- que foi amor ? - perguntou ele meio sonolento se espreguiçando
- tive um pesadelo horrível com a Mari - disse o olhando
- quer falar ? - perguntou ele
- vc não liga de ouvir ? - perguntei com uma carinha triste
- logico que não meu amor - disse ele acariciando meu rosto 
- eu estava em um hospital, mas não tinha mais ninguém e eu gritava seu nome, quando a Mari apareceu e disse que eu havia me juntado a ela... - dai eu perguntei " como assim "... ? - e ela respondeu " você morreu, como eu " - disse com lágrimas nos olhos, e ele apenas me abraçou, e quando foi dizer algo meu telefone tocou
- número desconhecido - disse com uma cara de assustada
- atende, vai que é alguma das meninas - disse ele e eu atendi na hora
- alô - disse, era a Lari, enquanto ela falava eu não parava de chorar, não consegui evitar, desliguei o telefone, e o Marcelo me abraçou, eu me acalmei.
- o que houve ? - perguntou ele ainda abraçado comigo
- as meninas... - sofreram acidente, parece que todos se machucaram um pouco, mas a Maah... - ela está em coma, pois ela tava no meio e sem sinto, e a batida foi muito forte e todos tem que ficar no hospital até amanhã – disse e então voltei a chorar, o Marcelo desceu, pegou um copo de água com açúcar pra mim, eu tomei um pouco.

- quer que eu te leve no hospital ? – perguntou ele me olhando, e eu não consegui responder, estava preocupada com a Mari, apenas assenti com a cabeça.

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