sexta-feira, 16 de agosto de 2013

cap. 07 de Amor imprevisível

- vamos ? – perguntou ela saindo da cozinha, me puxando pela mão, então fui logo atrás dela, no meio da escada a abracei por trás, chegamos ao quarto dela, então a virei pra mim, começamos a nos beijar,  o beijo estava tão bom, eu fui devagar abrindo a porta do quarto dela, entramos, então eu fechei a porta, nos deitamos na cama, e ficamos nos beijando, o beijo dela era tão gostoso,  então eu fiquei por cima dela, e a comecei a beija-la, e dar leves mordidas em seu lábio inferior, fui descendo, beijando seu pescoço, dando leves chupões, dei uns 3, então ela me empurrou para o lado, e logo se levantou da cama.
- acho melhor você ir para o seu quarto – disse ela, sem graça e sem fôlego, eu dei um sorrisinho, me levantei.
- ta bom! Minha linda – disse dando selinhos nela – ah e ta roxo – disse fazendo uma cara não muito boa, e ela não sabia do que estava falando, eu fui pra fora do quarto, nos beijamos.
- te adoro, adoro seu beijos, boa noite, sonha comigo viu linda – disse a enchendo de selinhos.
- também te adoro, boa noite, sonha comigo também viu – disse ela entrando para seu quarto, como já havia tomado banho a tarde, eu só tirei a roupa que estava e dormi de cueca mesmo, e logo adormeci.
- narração de Mari –
Fechei a porta do quarto, e logo escutei a porta do quarto do Carlos se fechando, coloquei um pijama e me deitei, dessa vez eu dormi rápido.
- Vitor-
estava na cozinha, a Mari estava na cozinha também, como vim parar aqui ?
- Mari – a chamei, ela estava pegando água
- oi – respondeu ela se virando para mim
- o que estou fazendo aqui ? eu estava dormindo no meu quarto – perguntei não entendendo direito o que estava acontecendo
- você deve ser sonâmbulo – disse ela
- aah sim – respondi
- quer um pouco de água ? – perguntou ela me olhando, com um olhar estranho
- quero – disse me sentando no banquinho que estava ali, e apoiando minha cabeça em minhas mãos
- ta tudo bem ? – perguntou ela me dando o copo com água
- obrigada, ta sim, é que eu estou pensando se quando começar a facul eu vou te esquecer, pq eu não vou te ver mais, só nos finais de semana – disse a olhando, então ela segurou minha mão, a começou a acaricia-la, sem falar nada, apenas abaixou a cabeça.
- não vai falar nada – perguntei levantando seu rostinho todo delicado
- se eu te falar você me promete que não sai daqui? – perguntou ela olhando em meus olhos.
- prometo – respondi
- então, quando te vi pela primeira vez, eu fiquei toda boba, quase te beijei – e ela riu, então eu ri também.
- e pq não beijou ? – perguntei rindo
- pq eu não sou assim – disse ela – mas deixe-me continuar – disse ela
- então, logo apareceu o Carlos, e não sei o que vi nele, mas, vou te contar um segredo – disse ela diminuindo o tom de voz e chegando mais perto de mim.
- eu ainda tenho vontade de lhe beijar – disse ela já perto da minha boca
- e pq não beija ? – perguntei aproximando minha boca na dela, e então iniciamos um beijo, que parecia ser tão bom.
- Mari-
Eu estava em um lugar muito escuro, parecia ser uma floresta, não sabia onde estava então comecei a gritar pelo Carlos, e nada, então eu vi uma luz lá na frente, e comecei a correr, eu corri muito para chegar em uma pracinha, eu definitivamente não sabia onde estava, então encontrei com uns meninos rindo muito alto, mais pra frente, resolvi chegar mais perto, para ver onde estava, olhei um pouco de longe, e os meninos haviam sumindo, olho ao redor da praça, e vejo um monte de casa, todas com as luzes apagada, mas uma me chamou atenção, ela era sobrado, e apenas uma luz em um quarto estava acesa, então eu resolvi entrar, entrei e o resto das luzes se acenderam, então eu vejo alguém na cozinha, que era muito parecida com a da minha tia, então eu fui até lá, até chegar lá fui reparando na casa, e era tudo, cada detalhe igual a casa da minha tia, na verdade era a casa da minha tia, fui até a cozinha, e vi Carlos beijando uma menina, meus olhos se encheram  de lágrimas.
- seu cachorro – gritei o olhando, e chorando, então a menina saiu pelas portas dos fundos correndo, então ele me olhou.
- você estava me traindo, então dei o troco na mesma moeda, gostou ? – perguntou ele, ele estava alterado, então olho na pia e vejo uma garrafa de vodka e duas de cerveja.
- você bebeu ? – perguntei horrorizada
- bebi, qual problema, a vida é minha – disse ele vindo pra perto de mim
- você disse que eu te trai, com quem ? – pergunto
- com o Vitor – responde ele, então vêm alguns flashes na minha cabeça, de eu beijando o Vitor, e eu fico assustada, então ele chegou perto de mim e começou a me bater, e dizia coisas horríveis pra mim, então eu acordei estava me debatendo na cama, e também estava escutando alguém me chamar.
- Narração de Carlos –
Acordei com uns gritos, era grito de mulher, será que era a Mari ? levantei correndo e fui para o quarto dela, Vitor estava lá.
- o que está acontecendo ? – perguntei
- não sei, acordei e ela estava aos gritos, e parecia que estava chorando também – respondeu ele
- já tentou abri a porta do quarto ? – perguntei indo abrir
- não, cheguei agora aqui – disse ele, então eu puxei a maçaneta , então a porta se abriu, e eu entrei rapidamente, a Mari estava chorando muito, com a cara no travesseiro, eu a chamava e ela só chorava, dava para ver que ela estava acordada, então Vitor a acalmou, e então ele nos deixou á sós, pois ela pediu.
- narração de Mari –
O Vitor me acalmou, e me acordou também, eu estava muito desesperada, aquilo para mim foi um pesadelo muito horrível, eu pedi para Vitor me deixar a sós com o Carlos, ele logo assentiu, e foi para seu quarto, mas me deu um beijo na testa de boa noite.
- posso me sentar do seu lado ? – perguntou o Carlos
- pode – disse indo um pouco mais para o lado para dar espaço para ele sentar.
- tive um pesadelo horrível – disse abaixando a cabeça
- como foi, quer dividir ? – perguntou ele abaixando sua cabeça para olhar em meus ollhos que estavam cheios de lágrimas.
- no começo eu estava com medo, estava em um floresta, escura, depois eu fui para praça (....) e daí eu vi você beijando outra menina, então você me disse que também havia te traído, daí eu lembrei da cena, com o Vitor, e nisso você chegou perto de mim e começou a bater em mim, e me chamar de piranha, e você estava muito bêbado amor – disse chorando e o abraçando.
- você sabe que eu nunca faria isso com você, te bater e te trair, eu já disse que vou mudar, e quando digo, é pq realmente vou, e eu prometo, estar sempre ao teu lado – disse ele me apertando forte.

- posso te pedi uma coisa ? – perguntei olhando no relógio, já estava quase de manhã, e minha tia havia ido dormir na casa do namorado, e meus pais já se foram também.

Nenhum comentário:

Postar um comentário