sábado, 17 de agosto de 2013

cap. 08 de Amor imprevisível

- o que quiser minha linda – disse ele me beijando, era tão gostoso o beijo dele, eu amava, era doce, e ao mesmo tempo tão  apimentado, eu amava o modo que ele me beijava, então ele parou, e me olhou, e começou a brincar com meus cabelos.
- dorme aqui comigo ? mas não de fazer sexo não, é só dormir, não quero ter outro pesadelo, e quando acordar esta sozinha, por favor – perguntei já me deitando, e o abraçando, então ele apenas deitou, e ficou acariciando meu rosto, e meu cabelo, não demorou muito para dormir.
- narração de Carlos-
Eu havia ficado preocupado com ela, na hora em que ouvi os gritos, e principalmente quando a vi chorando, meu coração partiu, mas agora estou aqui, com ela, ela dormia tão lindamente, ela não se mexia para nada, ela já é linda, ainda mais dormindo, hoje teria churrasco em casa, 9H. eu tinha que começar a arrumar as coisas, e tinha ainda que comprar a comida e a bebida, eu sei que ela pediu para ficar ali com ela, mas não dava, eu tinha que comprar as coisas, eu peguei uma folha e uma caneta, escrevi, e logo fui para meu quarto colocar uma roupa, Vitor estava na sala vendo TV.
- vamos comigo comprar as coisas pro churras hoje ? – perguntei
- e a Mari ? vai ficar sozinha ? – perguntou ela, não havia pensado nisso, mas afinal, eu não iria demorar também
- não vamos demorar – disse
- ta bom então, só vou colocar uma camiseta e uma bermuda e já estou descendo, não demoro – disse ele se levantando e já subindo, senti um pouco de fome, fui para a cozinha, peguei umas três bolachas passa tempo, e comi, logo Vitor desceu, e fomos comprar as coisas, chegamos lá, foi rapidinho para comprar, mas na hora de pagar estava um fila enorme, em todos os caixa, até no de 10 volumes.
- narração de Mari-
Acordei e o Carlos já não estava mais ao meu lado, eu o chamei, mais nada, então resolvi me levantar, e quando me levantei vi um bilhete dele dizendo que havia ido comprar as coisas para o churrasco, eu havia esquecido, então eu estava com fome, desci, queria comer uma fruta, então peguei uma maçã, mas como eu não gosto da casca, eu resolvi tirar com a faca.
- AAI – gritei, havia cortado a mão, eu comecei a sentir muita tontura, e ânsia, eu estava vendo tudo rodar, eu não podia me cortar, e ver o sangue desse corte que eu sempre passava mal quando via sangue de machucado essas coisas, eu fui começando a perder os senti...
- narração de Vitor-
- será que a Mari está bem ? – perguntei
- deve estar sim – respondeu o Carlos, então chegou a nossa vez, passamos, foi bem rapidinho, e voltamos para a casa, cheguei lá, fui para a cozinha deixar as compras, então eu levo um susto.
- Carlos, corre aqui, rápido – gritei por ele, a Mari estava caída no chão, e com a mão cortada.
- o que houve ? – perguntou ele chegando á cozinha, então ele foi ao lado dela, e colocou a cabeça dela em suas pernas, e começou a balançar devagar, e dar leves tapinhas para ver se ela acordava, e nada, então eu fui pegar o telefone.
- vitoor, me ajuda aqui – gritou o Carlos, ele já estava ajudando ela a se levantar, então eu o ajudei, e nós a colocamos sentada em uma cadeira.
- narração de Carlos-
- para de dar sustos em mim – disse abraçando-a
- ta tudo bem, é que não posso ver sangue de machucados  que eu desmaio – disse ela
- mas onde que você viu algum machucado minha linda ? – perguntei, então ela fechou os olhos, esticou sua mão esquerda para mim, e abriu-a, então eu vi.
- nossa amor, acalma, vou colocar um band – AID   - disse saindo dali.
- onde tem band- AID – perguntei para o Vitor, então me apontou uma caixinha de primeiro socorros, lá tinha band-aid, logo peguei, e fui colocar nela, não cobriu todo o corte , mas pelo menos ela não via mais o sangue.
- obrigada - disse ela me dando um selinho demorado
- magina meu amor – disse abraçando-a
- amor, acho que não vou ao churrasco hoje – disse ela com um olhar triste
- pq meu anjo ? – perguntei
- aah, a Gisele vai estar lá, e ela não gostou muito de mim, e vai ser mais um churrasco para a turma de vocês, acho que não tem nada ah ver eu lá – disse ela com um olhar triste
- é só isso mesmo ? – perguntei então ela assentiu com a cabeça
- meu amor, a Gi nunca gosta de ninguém novo no grupo, ela tem medo do namorado dela a largar pela novata, mas assim que ela vê que estamos juntos ela vai se aproximar de você, acredite. – disse dando um beijo nela, mas ela parou.
- mas se ela tem medo é pq ele já deu motivos, ou é só ciúmes mesmo ? – perguntou ela, eu não poderia contar a história, pois estava junto.
- é só ciúmes mesmo meu anjo – menti, estava me sentindo tão ruim por mentir para ela, mas se eu contasse ela iria terminar comigo, e eu não queria isso.
- amor, vou subir, tomar banho e me arrumar para o churras então – disse ela me dando um selinho
- ta bom amor, ah, lá tem piscina, se quiser usar, o pessoal deve usar tbm – disse, então ela apenas se foi, mas ela escutou, eu peguei a chave de casa e fui para lá arrumar as coisas, logo cheguei em casa, temperei as carnes, fui tomar banho, me arrumei, desci e minha campainha tocou, era o Vitor.
- cadê a Mari ? – perguntei
- ta terminando de se arrumar, eu pedi pra ela  me ligar quando estiver pronta que eu a busco, e também deixei meu número na porta do quarto dela – respondeu ele.
- narração de Mari –
Sai do banho, e avistei um papelzinho jogado no chão, era um número de celular, deveria ser o do Vitor, então eu me troquei, não sabia qual roupa colocar, então coloquei um roupão e fui escolher minha roupa, eu peguei um shortinho florido, e uma blusa verde clarinha, que combinava bastante, eu abri a janela do meu quarto, e estava quente, então resolvi colocar um biquíni por baixo da roupa, vai que dá vontade de entrar né, eu peguei uma bolsinha minha, e coloquei protetor, liguei para o Vitor, estava muito barulho.
- alô – dizia ele
- Vitor, é a Maah, já estou pronta, pode vim me buscar – disse
- ta bom, fecha a casa, que eu já estou saindo daqui – disse ele desligando o celular, então coloquei meu celular na bolsa, desci, tranquei a porta dos fundos e a da frente tranquei assim que sai, Vitor demorou um pouquinho, chegou em uns 30 minutos.
Look >>



Biquini >> 



- desculpa se demorei, é que fui comprar mais bebida – disse ele
- aah, tudo bem – disse sorrindo, não demorou muito para chegarmos a casa do Carlos, ela era grande, bonita, bem decorada, lá atrás estava o pessoal, tava quase todo mundo na piscina,  Vitor disse que eu poderia deixar minha bolsa na sala, então eu a deixei lá, e fui indo para fora junto de Vitor, quando chego lá a primeira pessoa a vir me comprimentar foi a Gisele.
- oie linda, tudo bom ? – disse ela
- oi, tudo sim e com você ? – perguntei educadamente
- tudo também, já esta sabendo ? – perguntou ela
- do que ? – perguntei

- que eu e você seremos colegas de quarto – disse ela, e eu fiquei com os olhos arregalados
- aah que legal – disse, e logo sinto alguém todo molhado me abraçando por trás, era o Carlos, tinha certeza, me virei pra ele, então ele me beijou, e foi me levando pra dentro de sua casa, fomos pra sala, e ficamos lá um tempo nos beijando, ele tava com um gosto de cerveja na boca, era horrivel, mas eu tentava não ligar, então paramos de nos beijar
- ta linda – disse ele olhando para meu corpo, então fiquei envergonhada
-  obrigada – disse sentindo minhas bochechas corarem
- vai entrar na piscina ? – perguntou ele
- aah, eu to querendo – respondi
- então entra comigo ? – perguntou ele
- agora ? – perguntei
- já – disse ele iniciando um beijo quente, então ele foi tirando minha blusa devagar, e depois abriu meu shorts, ele desceu para meu pescoço e começou a dar alguns chupões, então eu parei, peguei minha roupa dobrei, deixei em cima da minha bolsa, e fomos pra piscina.
- vamos pular juntos ? – perguntei pra ele, então ele me deu a mão, e logo pulamos, a água estava um pouco gelada, mas não demorou muito para esquentar, ele me puxou para um canto.
- te amo – dizia ele, eu estava achando que ele estava bebado, mas eu só achava
- ainda não, nos conhecemos a dias – disse
- mas eu te amuu – gritou ele, e eu ri, então começamos a nos beijar, ficamos ali daquele jeito, mesmo me beijando as vezes ele bebia um pouco, e eu não gostava muito disso, então ele começou a apertar minha bunda, eu pedia pra ele parar, e não parava.
- eu quero sexo- sussurrou ele em meu ouvido e apertando minha bunda novamente, então eu tirei a mão dele dali.
- não comigo, não agora –  disse, já estava irritada, ele estava  bebendo demais
- com você sim, vamos pro meu quarto, lá não tem  ninguém – disse ele me puxando da piscina, e me levando pra dentro, ele queria que subisse com ele, mas eu não queria.
- se não subir comigo, e não fizer o que estou querendo não vai ter mais nós – disse ele me soltando

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